Heron Queiroz

Duas de ouro, três de prata e uma de bronze foi a conta das medalhas conquistadas pelos barrigas-verde, nos dias 27 e 28. Estas seis medalhas somam-se a mais uma de prata obtida no ciclismo, duas na ginástica rítmica e dez na natação. O dia fechou com mais 21 medalhas para Santa Catarina (três de ouro, dez de prata e oito de bronze). Até aqui, o estado conta com um saldo de 67 medalhas (16 de ouro, 27 de prata e 24 de bronze) nesta edição dos Jogos Escolares da Juventude, em Blumenau.

A equipe mista do tênis de mesa, categoria de 15 a 17 anos, formada por Lhays Stolarski, da Escola Maria Amin Ghanen, e Guilherme Silva, da Escola Tufi Dippe, ambos de Joinville, conquistaram o ouro ao derrotar São Paulo por 2 a 1. Os dois atletas receberam ouro também na competição por duplas mistas. 

Já na categoria de 12 a 14 anos, equipe feminina, Katherine Ferreira, da Escola São Bento, de São Bento do Sul, e Laira da Silva, da Epav, de Pouso Redondo, foram prata. Na mesma posição do pódio ficou a equipe masculina de 12 a 14 anos, com Eduardo Fragoso, do Colégio Conexão, de Joaçaba, e Guilherme Marchiori, do Colégio São Bento, de São Bento do Sul.

Duas duplas mistas catarinenses de 12 a 14 anos subiram no mesmo pódio. Eduardo Fragoso e Laira da Silva ficaram com a prata, e Katherine Ferreira ficaram com o bronze. Todos os atletas voltam às mesas na sexta (29), para competições individuais. Os Jogos Escolares da Juventude são um evento promovido pelo Comitê olímpico do Brasil, em parceria com o estado de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, e com a Prefeitura Municipal de Blumenau.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

 

Na prova por pontos do ciclismo dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ), Santa Catarina conquistou a medalha de prata, com João Pedro Jordani, da Escola Lourdes Lago, de Chapecó, na categoria de 12 a 14 anos. 

A prova foi realizada num circuito de 250, na Rua Humberto de Campos, entre a Vila Germânica e o Ginásio Sebastião Cruz, o Galegão, em Blumenau. Além de João Pedro, também participaram da competição Rafaela Bernardi, do Colégio Jardim Anchieta, de São José, na categoria de 12 a 14 anos feminina; Liandra Heimann, da Escola Professor Júlio Scheidemantel, de Timbó, na categoria de 15 a 17 anos feminina; e Vinícius Memlak, da Escola João Guimarães Cabral, de Imbituba, categoria 15 a 17 anos masculina.

Quem esteve presente na prova foi o ciclista campeão mundial e participante de cinco olimpíadas, Murilo Fischer. Catarinense, natural de Brusque, aos 40 anos, ele foi convidado, pela segunda vez a ser embaixador da modalidade de ciclismo nos JEJ. Fischer abriu uma das provas com uma volta de apresentação com os participantes. Tendo participado de uma das edições dos Jogos Escolares de Santa Catarina, ainda jovem, no início dos anos 90, o ciclista falou da importância de eventos escolares para a formação de novos atletas e da organização do evento em Blumenau.

“Essa experiência que eles estão vivendo aqui é de extrema importância para o desenvolvimento pessoal deles. O objetivo desse evento é transformar esses jovens em grandes pessoas, antes mesmo de grandes atletas. Santa Catarina sempre foi um celeiro de grandes atletas do ciclismo. Apesar de diminuir o número de equipes, sempre foi referência em nível nacional”, comentou o ciclista, que destacou também a importância da figura do embaixador das modalidades, que têm a oportunidade de contar para os jovens suas experiências e o caminho de esforço, amor e comprometimento na vida de um atleta.

Os ciclistas voltam a competir na manhã de sexta-feira, na prova de resistência, na Rua Humberto de Campos. Os catarinenses estão na expectativa de voltar a subir ao pódio, desta vez com mais atletas.

Os Jogos Escolares da Juventude são um evento promovido pelo Comitê olímpico do Brasil, em parceria com o estado de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, e com a Prefeitura Municipal de Blumenau.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Que os eventos esportivos escolares têm revelado importantes nomes para o esporte brasileiro, não é novidade para ninguém, muito menos para as federações e clubes que cada vez mais buscam grandes promessas nas bases esportivas. E essa é uma realidade também para a ginástica rítmica. Por isso, a pedido do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), a ex-ginasta e atual auxiliar técnica e coreógrafa da seleção brasileira de ginástica rítmica, Bruna Martins, está em Blumenau para observar as competidoras dos Jogos Escolares da Juventude.

Bruna terá até sábado para observar as 101 atletas (67 entre 12 a 14 anos e 34 entre 15 a 17). O encaminhamento dos nomes à CBG possibilita uma futura integração à seleção ou participação em eventos nacionais. Esse futuro pode ser muito próximo para algumas delas, já que a idade mínima para a seleção é de 16 anos. Em meio a papéis cheios de anotações, Bruna Martins falou com a Fesporte, logo após as apresentações desta quarta-feira (27), no ginásio Galegão, onde está acontecendo a modalidade. “A competição é de extrema importância porque permite que a gente detecte os novos talentos e futuros grandes atletas  do nosso país”, observou Bruna, destacando a presença de duas catarinenses titulares na seleção brasileira de ginástica rítmica de conjuntos: Beatriz Linhares, de Florianópolis, e Maiara Candido, de Blumenau.

Bruna Martins veio a Blumenau para os JEJ como olheira da CBG e do COB                                                                                       Foto: Heron Queiroz

Apesar de paranaense de Londrina, Bruna Martins tem uma história ligada a Santa Catarina e ao esporte. É que ela é filha do jogador Moacir, meia que atuou nos anos 60 e 70 no Avaí e no Figueirense. Moacir Rosa Filho, falecido em 2014, foi considerado por Pelé como o príncipe do futebol. No início dos anos 80, foi atuar no Londrina e conheceu a primeira ginasta da cidade, Dalva Rosa, com quem se casou.

Santa Catarina terminou o dia em primeiro lugar na categoria de 12 a 14 anos e em segundo na de 15 a 17. A programação de quinta-feira (28) segue no mesmo formato deste primeiro dia, porém alternando aparelho. A categoria 12 a 14 compete com aparelhos maça e corda. As ginastas que se apresentaram com corda, voltam a se apresentar com maça e vice-versa. O mesmo acontece com a categoria de 15 a 17 anos, que compete com bola e maça. Classificam-se os oito melhores, com duas ginastas de cada estado para as finais, que acontecem na sexta-feira (29).

Confira a pontuação por atletas neste primeiro dia de ginástica rítmica

12 a 14 anos

Nathalia Nogueira – 12.250

Tayna Martins Ramos – 11.850

Amanda Picoli Mafacioli – 13.400

Nicole Rossinsk Hames – 13.000

15 a 17 anos

Ana Caroline Sandrine Souza – 15.250

Luana Franceschi de Souza – 13.000

Os Jogos Escolares da Juventude são um evento promovido pelo Comitê olímpico do Brasil, em parceria com o estado de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, e com a Prefeitura Municipal de Blumenau.

 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Os Jogos Escolares da Juventude chegam ao último bloco em Blumenau. De 27 a 29 de novembro, seis modalidades concluirão a edição de 2019. Ciclismo, ginástica rítmica, natação, tênis de mesa, vôlei de praia e xadrez serão o centro das emoções nos últimos dias de competições.

Atletas catarinenses terão oportunidade de brigar por medalhas, que, até o momento, somam-se 38 (13 de ouro, 11 de prata e 14 de bronze). A expectativa é de que esse número aumente até o final, em especial com a natação, tênis de mesa e ginástica rítmica; mas há atletas que têm se destacado nas outras modalidades, como o ciclista Vinícius Memlak, da EEB João Guimarães Rosa, de Imbituba.

A reta final dos JEJ 2019 promete grandes disputas, com a presença da mesatenista Giulia Takahashi, 14 anos, de São Paulo. Ela é uma das vencedoras do Prêmio Brasil Olímpico de 2018 na categoria “atleta escolar”. Chega para o evento credenciada como uma das favoritas, depois de conquistar três medalhas de ouro na edição do ano passado, em Natal (RN). 

O vôlei de praia também contará com uma forte presença na competição, a sergipana Ágatha Bianca, 16 anos. Ela buscará o bicampeonato nas areias do parque Ramiro Ruediger. Além disso, ela tem uma ligação com a embaixadora dos JEJ, Duda Lisboa, que também estará presente em Blumenau. É que Ágatha treina na academia de Cida Lisboa, mãe de Duda.

Além de Duda, a cidade-sede também receberá outros embaixadores: a ginasta Natália Gaudio, medalhista pan-americana; a mesatenista Mariany Nonaka, atleta olímpica; e o ciclista Murilo Fischer, que já participou da Volta da França.

As atividades lúdicas no Centro de Convivência serão comandadas pelos professores e influenciadores digitais Rodrigo Sacramento (matemática) e Silvio Predis (química). No espaço que era ocupado pelo basquete 3x3, profissionais do caratê estão à disposição de alunos e visitantes para diversas clínicas esportivas.

Blumenau conta ainda com a presença da delegação japonesa, entre nadadores, treinadores e oficiais, totalizando 22 integrantes, oriundos das cidades que serão base de aclimatação do Time Brasil em Tóquio 2020: Chuo, Hamamatsu, Sagamihara, Saitama e Ota. Mas a presença de japoneses não é novidade nos JEJ. Desde 2017, eles participam dos Jogos Escolares desde 2017, a convite do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Outro grupo presente na terra da Oktoberfest é o de observadores técnicos para buscar novos talentos para o esporte nacional. Entre eles estão Bruna Martins (CBG), Fernando Fermino (CBC) e a dupla Robson Xavier e Marcelo Carvalhaes (CBV).

Muitos atletas do alto rendimento brasileiro tiveram passagem pelos Jogos Escolares da Juventude, a exemplo das judocas Sarah Menezes (campeã olímpica) e Mayra Aguiar (campeã mundial), além do mesa-tenista Hugo Calderano, do nadador Etiene Medeiros, do jogador de basquete Raulzinho e de Paulo André, do atletismo. 

Os Jogos Escolares da Juventude são uma realização do Comitê Olímpico do Brasil (COB), com o apoio da Prefeitura de Blumenau e do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte).

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Fonte: COB

A participação de Santa Catarina nas Paralimpíadas Escolares 2019 não apenas manteve o estado como o segundo melhor da competição, como tem acontecido nos últimos quatro anos, mas também reflete um significativo aproveitamento, que se aproxima mais da maior potência atual do evento, que é São Paulo.

Nas bagagens catarinenses, 125 medalhas: 78 de ouro, 31 de prata e 16 de bronze. A modalidade com mais medalhas para Santa Catarina foi a natação, com 50 medalhas (38 de ouro, 16 de prata e 6 de bronze. Um dos destaques da modalidade foi a nadadora Catarina Martins Machado. Ela não foi só foi ouro nas cinco provas que competiu, como bateu recorde em todas elas. Segundo o técnico Júlio Pistarini, apesar de ter conquistado uma medalha a mais na edição de 2018 (51 contra 50 deste ano), a natação de Santa Catarina cresceu cerca de 20%, já que no ouro são 38 em 2019 e 23 em 2018.

Além da natação, bocha e o golbol trouxeram uma medalha de ouro cada; o judô, três de ouro e duas de bronze; o badminton, uma de prata e uma de bronze; o tênis de mesa, sete de ouro, uma de prata e uma de bronze; o tênis em cadeira de rodas, duas de prata; o vôlei sentado, uma de bronze; e o atletismo, que foi a segunda modalidade com maior conquista de medalhas para o estaco, com 28 de ouro, 14 de prata e sete de bronze. 

Golbol feminino fez a festa com título inédito

Reuniões diárias envolvendo técnicos e auxiliares de cada uma das modalidades ao fim de cada dia de competição buscavam analisar e motivar a participação catarinense. A comissão técnica avaliou como bastante positivo o resultado da competição para o estado. Num paralelo com o desempenho dos anos anteriores, a delegação barriga-verde tem mostrado um número crescente, tanto na composição da delegação quanto na conquista de medalhas e de pontos.

Em número de participantes, a delegação cresceu de 92 para 112 atletas. No total de medalhas, foi de 94 para 125, e a pontuação de 444 para 465. Em 2017, foi de 341. “O paradesporto de Santa Catarina está de parabéns. Isso é fruto do trabalho e do comprometimento de profissionais abnegados, que não medem esforços para o desenvolvimento do paradesporto e para o processo de inclusão, e dos atletas que se dedicam dia a dia para atingirem seus objetivos e representar muito bem nosso estado”, disse o chefe da delegação catarinense, Luiz Fernando Bezerra.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Pela quarta vez seguida, Santa Catarina conquista o vice-campeonato nas Paralimpíadas Escolares realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo. Os catarinenses somaram 465,5, ficando atrás somente dos paulistas, com 583 pontos, e à frente dos brasilienses.

As competições aconteceram entre os dias 20 e 22 de novembro, envolvendo mais de 1.200 atletas, nesta que foi considerada a maior das 13 edições já realizadas.  A premiação foi entregue na noite desta sexta-feira (22) no Parque de Exposições Anhembi, na capital paulista.

Nos títulos gerais por modalidade, Santa Catarina ergueu o troféu de campeão no tênis de mesa. Já a do golbol feminino levantou o troféu de campeão e no geral da modalidade foi também vice, mesma posição que fechou no tênis em cadeira de rodas, no atletismo e na natação. Já no vôlei sentado, SC conquistou o bronze.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

                                                                        

Pagina 1 de 80