Heron Queiroz

A etapa estadual do Moleque Bom de Bola vai acontecer de 13 a 17 de dezembro na cidade de Itapiranga com participação de 700 atletas e a ADR anfitriã estará representada de forma inédita com quatro equipes (escolas). Certamente muitos não conhecem dificuldades e desafios enfrentados para chegar até esta última etapa da competição. Um exemplo de superação vem do interior de Iporã do Oeste. Mais precisamente a partir do time feminino da EEB São Lourenço, da localidade rural de São Lourenço. A escola possui apenas 183 alunos e todos residem em nove comunidades rurais daquela região, sendo que, a maioria auxilia os pais nos afazeres das propriedades agrícolas.

É o exemplo da estudante e atleta, Camile Kroetz (13). Ela reside com seus pais na Linha Quilombo, que fica a 7km da escola. Em casa, auxilia na ordenha do gado leiteiro. Os pais demonstram preocupações por eventuais lesões ocasionadas por meio dos constantes treinamentos, mas nada afasta a Camile do seu esporte predileto, o futebol.

Camile auxilia na ordenha do gado leiteiro, mas se mantém focada em seu esporte predileto          Foto: Vandro Welter - Ascom ADR Itapiranga

Os dois treinos semanais da equipe escolar são intercalados, sendo, um pela manhã e outro à tarde. Essa medida foi tomada justamente para evitar prejuízos no estudo e nos afazeres domésticos das estudantes e atletas. A maioria delas carrega a paixão pelo esporte no DNA, pois, também integram as equipes da escola em outras modalidades como o futsal, voleibol, handebol, atletismo e tênis de mesa. Com frequência obtém boas colocações nessas competições organizadas pela Fesporte.

E a Tainara Carminatti (12) é outro exemplo do que estamos falando. Ela pratica várias modalidades. E por residir na Linha Taipa Alta, comunidade rural que fica a 6km da escola, muitas vezes precisa contar com a colaboração dos pais para chegar até o local dos treinos e das competições, principalmente em finais de semana quando não há transporte escolar. O esporte preferido da Tainara é o futebol. O único medo são as eventuais lesões, mas a vontade supera esse medo.

Praticante de várias modalidades, Tainara conta com a ajuda dos pais para ir treinar ou competir         Foto: Vandro Welter - Ascom ADR Itapiranga

Essa já é a terceira oportunidade em que o educandário conquista uma vaga para disputar a fase estadual do Moleque Bom de Bola pelo naipe feminino. Neste ano, para chegar até ali, a equipe disputou a fase municipal obtendo duas vitórias e um empate e a fase microrregional com duas vitórias, marcando 29 gols e sofrendo apenas um.

O professor de educação física e treinador da equipe, Osni Simon, não esconde o orgulho e a satisfação pelos excelentes resultados obtidos. Muito mais do que apenas os resultados em campo, ele destaca a importância da prática esportiva para o desenvolvimento social e humano dos seus alunos, melhorando, dessa maneira, a coordenação motora, a autoestima e a qualidade de vida dos estudantes.

Para receber e atender bem as 32 equipes de todo o estado, servidores da ADR Itapiranga e da prefeitura municipal trabalham diariamente na organização. A regional de Itapiranga terá como representantes no naipe masculino as equipes da EEB Padre Balduíno Rambo, de Tunápolis, e a EEB São Vicente, de Itapiranga. No feminino estará representado pela EEB São Lourenço e a EEB São Vicente. 

 

Texto: Vandro Welter - Ascom ADR Itapiranga

 

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O Colégio Exponencial, de Chapecó, venceu na manhã desta quarta-feira a equipe da escola Elias Moreira, de Joinville, por 3 a 1, no Estádio do América, em Itapiranga, pelo Campeonato Catarinense Escolar de Futebol (Moleque Bom de Bola). O grande destaque do jogo foi Matheus Badaloti, o Badá, autor dos três gols da equipe de Chapecó.

Com 13 anos de idade, estudante da 8ª série, Badá começou jogando futsal aos 5 pela AABB. Aos 11, foi para o futebol da Chapecoense, onde atualmente atua como volante da equipe sub-13, do técnico Eduardo dos Santos.

 Confira os gols de Badá

Mas no Exponencial, embora jogue com a camisa 5, ele é centroavante, cumprindo as determinações do técnico Agnaldo Pereira, que explora a facilidade que Badá tem em fazer gols, mas cria um esquema de revezamento, porque o atleta também é bom no desarme e na armação. “Prefiro jogar como centroavante, mas estar jogando futebol é o que mais gosto, independente da posição”, destacou o jovem promissor.

Não é para menos. Badá é irmão do craque de futsal Carlinhos Moro, que, além da Seleção Brasileira, também atuou no Carlos Barbosa (RS), no Lobelle Santiago (ESP) e no MFK Dina Moskva (RUS), onde encerrou carreira neste ano.

Forte no cabeceio e sempre bem colocado, Badá assinalou os dois primeiros gols aproveitando cruzamento. No terceiro, ele aproveitou o cruzamento na grande área e, de esquerda, estufou a rede. Guilherme Fagundes descontou de pênalti para o Elias Moreira. 

Motivado pelo quadro esportivo de certo programa de tevê, Badá pediu uma música à equipe de imprensa da Fesporte. “Eu queria pedir “Muleque de Vila”, do Projota, que eu sempre escuto antes dos jogos pra dar uma motivada”, disse ele.

O Moleque Bom de Bola é um evento do Governo do Estado, promovido pela Fesporte, em parceria com a 30ª Agência de Desenvolvimento Regional e Prefeitura de Itapiranga, e patrocínio da Tevere S.A.

 Texto: Heron Queiroz

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Idealizado por Ademar Silva, responsável pelo esporte escolar da então Diretoria de Esportes (Dide) da Secretaria de Educação, o Campeonato Catarinense Escolar de Futebol foi criado em 1992. Logo foi apelidado carinhosamente de Moleque Bom de Bola, nome que se consolidou como grande marca do evento, que passou a ser gerido pela Fesporte, a partir de 1993, e teve importantes parceiros da iniciativa privada.

Neste ano, o evento chega com um motivo a mais para comemoração: o jubileu de prata do Moleque Bom de Bola. Nesses 25 anos de história, importantes atletas de futebol foram revelados para o Brasil e o mundo, é o caso de Ketlen Wiggers, (Santos FC), Filipe Luís, (Atlético de Madrid), Marquinhos Santos (Avaí FC) e o saudoso Mahicon Librelato, que atuava no Internacional de Porto Alegre quando faleceu. 

O modelo de organização do Moleque Bom de bola foi tão bom que os estados visinhos (PR e RS) adotaram. O projeto, que envolve crianças de 12 a 14 anos, representantes de instituições de ensino estabelecidas em todo o estado, compõe-se de três etapas: a microrregional (com 36 eventos), a seletiva (12 eventos) e a estadual, que tem como sede deste ano o município de Itapiranga, no Extremo Oeste do estado. 

Desde a primeira etapa, o Moleque Bom de Bola contou com a participação de mais de 10 mil atletas representantes de cerca de 80% dos municípios catarinenses.

Para a etapa estadual são mais de 570 atletas que estarão em Itapiranga para os jogos que definirão os campeões de 2017 do Campeonato Escolar Catarinense de Futebol (Moleque Bom de Bola). Num total de 16 equipes masculinas e outras 16 femininas, representantes de 30 escolas de 26 municípios catarinenses estarão competindo desde a quarta-feira (13) até domingo 17.

Os jogos acontecerão em quatro estádios: da JBS, do América, do Flamengo e da Montanha. Os confrontos da primeira fase, bem como informações sobre alojamentos e outros itens estão disponíveis no boletim 1, publicado no site oficial da Fesporte (acesse aqui).

O Moleque Bom de Bola é um evento do Governo do Estado, realizado pela Fesporte, em parceria com a Prefeitura de Itapiranga e a 30ª Agência de Desenvolvimento Regional.

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A primeira etapa da natação dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), teve início na tarde desta terça-feira, 5, com as provas de peito e costas, nos quatro segmentos: deficiência auditiva (DA), física (DF), intelectual (DI) e visual (DV).

Foram quarenta provas, tendo como maior destaque o município de Joinville, que conquistou 21 medalhas (12 de ouro, de prata e três de bronze).

“Quando a gente não se entrega, consegue reagir”

Blumenau foi o segundo município em número de medalhas. Foram seis de ouro, uma de prata e uma de bronze, Duas delas foram conquistadas por Walter Bendheim Filho, nos 50m costas e nos 50m peito. Natural de Pomerode, amante de esportes na adolescência, já gostava de natação, basquete e corridas. Tornou-se 3º sargento da Polícia Militar, atividade que teve de abandonar depois de ter suas pernas paralisadas em decorrência de uma neuropatia crônica infecciosa. Em 2004, conheceu a Associação Blumenauense de Deficientes Físicos (Abludef) e passou a praticar basquete em cadeira de rodas, e em 2006 foi para o atletismo. Mas foi com o basquete que teve sua primeira participação nos Parajasc, em 2007, em Jaraguá do Sul. Em 2011 Walter entrega-se à natação, pela Associação do Paradesporto de Blumenau (Apesblu), e conquista, naquele mesmo ano, ouro no arremesso de peso e no lançamento do disco, nos Parajasc de São Miguel do Oeste. Depois de uma parada nas atividades esportivas, Walter retornou à natação em 2016 e, neste ano, aos 57 anos, voltou a participar dos Parajasc.

“Quando a gente não se entrega, consegue reagir, e os esporte fica ainda mais divertido por superarmos as dificuldades”, disse Bendheim.

 Walter Bendheim Filho volta a competir nesta quarta-feira, 6    (Foto: Heron Queiroz/Fesporte)

A modalidade se encerra na quarta-feira, pela manhã, com os estilos livre e borboleta.

 

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Depois de três dias de competição, a modalidade de tênis de mesa dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) chega ao final no início de tarde desta segunda-feira, 4. As partidas foram disputadas nos segmentos de deficiência auditiva (DA), deficiência física (DF) – para cadeirante e andante –,  e deficiência intelectual, (DI). Joinville aparece como maior vencedor da modalidade, com quatro troféus: dois de primeiro lugar (DA feminino e masculino), um de segundo (DF feminino) e um de terceiro (DF masculino), além de cinco medalhas de ouro.

Essa é a terceira modalidade a entregar troféus nesta 13ª edição do evento. Ontem houve a premiação do golbol feminino, que teve Florianópolis como campeão, e dos segmentos auditivo e intelectual do atletismo, que teve como campeões Jaraguá do Sul (no DI masculino), Joinville (no DI feminino), São Miguel do Oeste (no DA feminino) e Timbó (no DA masculino).

Confira a classificação final do tênis de mesa dos Parajasc.

 

DF FEMININO

 

MUNICÍPIO

ANDANTE

CADEIRANTE

PONTOS

ITAJAÍ

32

 

32

JOINVILLE

20

 

20

 

BLUMENAU

 

20

20

         
 

DF MASCULINO

 

MUNICÍPIO

ANDANTE

CADEIRANTE

PONTOS

CRICIÚMA

35

32

67

ITAPOÁ

25

14

39

JOINVILLE

11

20

31

         
 

DI FEMININO

 

MUNICÍPIO

INDIVIDUAL

DUPLA

PONTOS

CONCÓRDIA

14

14

28

LAGES

12

15

27

BRUSQUE

8

17

25

         
 

DI MASCULINO

 

MUNICÍPIO

INDIVIDUAL

DUPLA

PONTOS

ITAJAÍ

15

20

35

VIDEIRA

17

14

31

BRUSQUE

11

17

28

         
 

DA MASCULINO

 

MUNICÍPIO

INDIVIDUAL

DUPLA

PONTOS

JOINVILLE

20

20

40

CHAPECÓ

17

 

17

BLUMENAU

15

 

15

         
 

DA FEMININO

 

MUNICÍPIO

INDIVIDUAL

DUPLA

PONTOS

JOINVILLE

20

 

20

Os Parajasc seguem até a próxima quarta-feira, 6, quando será definido a grande campeão desta edição. 

O evento tem a promoção do governo do Estado, por intermédio da Fesporte, em parceria com a 20ª Agência de Desenvolvimento Regional e Prefeitura de Criciúma.

 

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As provas para deficientes intelectuais e auditivos (DI e DA) dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc) foram concluídas na tarde deste domingo, 3. Foram 20 provas por segmento, sendo oito delas ocorridas neste domingo. 

No seguimento DI masculino Jaraguá do Sul somou 84 pontos e ocupou a primeira posição no pódio. Presidente Getúlio foi segundo, com 65 pontos, e o terceiro foi Concórdia, com 31. No feminino, o pódio foi formado por Joinville com 70 pontos, Blumenau com 66 e Concórdia com 44.

No segmento DA feminino, São Miguel do Oeste conquistou o primeiro lugar, com 56 pontos. O segundo lugar foi dividido entre Timbó e Navegantes, ambos com 26 pontos. No masculino, Timbó ficou com 55 pontos, Videira com 45 e Criciúma com 34.

O sempre emocionante paradesporto

Eventos paradesportivos são normalmente recheados de emoções, mas a principal emoção ficou por conta do atleta Armilton Kist, de Concórdia, portador de síndrome de Down. Ele tomou o microfone e fez um discurso comovente, dedicando suas medalhas, ouro no dardo e prata no disco, à professora  da Escola Recanto Azul (Apae), Maristela Heiner, que faleceu de infarto em abril deste ano e ao amigo Célio Balssan, que jogava boca DI.

Armilton Kist (à esquerda) comoveu o público na pista da Unesc                                         (Foto: Heron Queiroz/Fesporte)

 

Delegação de um homem só

Com a conquista de três provas de pista, 1.500m, 800m e 400m rasos, Diogo Trindade somou 30 pontos. Sozinho, atingiu a quarta colocação para o município de São José no segmento de deficiência auditiva. Natural de Palhoça, Diogo já foi morador rua. Dedicado ao atletismo, ele desenvolve um projeto envolvendo 80 crianças. Além disso, também trabalha em academias. Em 2016, Diogo e Ana Claudia Jesus venceram a etapa de Florianópolis da Global Energy Race, conquista que os credenciou a representar o Brasil em Pequim (China), em setembro deste ano.

Diogo Trindade (à direita) somou sozinho 30 pontos por São José                                          (Foto: Heron Queiroz/Fesporte)

 

 

Ela só queria perder peso e se tornou uma grande campeã

Em sua primeira participação numa edição dos Parajasc, Amanda Caroline Schuck conquistou bronze no arremesso do peso e ouro no lançamento do disco. Há oito meses treinando, a concordiense de 18 anos começou a praticar esporte por indicação de sua nutricionista. Treinando de duas a três horas por dia, ela perdeu 20kg. Amanda apaixonou-se pelo esporte e quer continuar treinando em busca de realizar o sonho de representar o Brasil nas Paralimpíadas. “Não desista de seus sonhos. Vá sempre além. Mesmo com derrota, na frente haverá coisa melhor”, disse ela dirigindo-se a todos os atletas pela ocasião deste 3 de novembro: Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

 Amanda começou a praticar esporte por indicação da nutricionista                                  (Foto: Heron Queiroz/Fesporte)

 

 

Segunda-feira, 4, iniciam-se as competições entre os deficientes físicos e visuais (DF e DV) no atletismo dos Parajasc. A modalidade encerra na terça-feira, 5. 

Os Parajasc são promovidos pelo Governo do Estado, por intermédio da Fesporte, em parceria com a 20ª Agência de Desenvolvimento Regional e com a Prefeitura de Criciúma.

 

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