Heron Queiroz

FESPORTE 27 ANOS - PARTE 1

A segunda-feira (6 de julho) amanheceu festiva para o mais importante órgão do esporte catarinense. Há exatos 27 anos, a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) era criada pela Lei 9.131, e se tornou um dos modelos de gestão esportiva no país. 

Contando atualmente com 12 programas esportivos, que totalizam mais de 300 eventos anuais, a Fesporte envolve cerca de 250 mil atletas, nas áreas de alto rendimento, escolar e participação, em que se incluem deficientes, idosos e a sociedade em geral. A instituição cumpre um importante papel nas políticas públicas voltadas ao desporto catarinense.

Pecos fala do processo de criação da Fesporte, que começou em 1990 e se efetivou em 6 de julho de 1993, com a Lei 9.131                         Foto: Heron Queiroz

Confira a primeira parte do relato do idealizador da Fesporte e primeiro presidente, Adalir Pecos Borsatti. Aqui ele fala das primeiras movimentações que definiram a necessidade de criação de um órgão importante para o nosso esporte, iniciando pela criação da Diretoria de Esportes (Dide) na Secretaria de Educação.

“Em 1990, houve eleições para o Governo do Estado, sendo eleito para Governador, o Sr. Wilson Kleinubing. O governo anterior possuía 23 secretarias entre elas, a de Cultura e Esporte. O novo governador prometeu um enxugamento da estrutura governamental, diminuindo para somente 13 secretarias e com isso extinguiu a secretaria onde estava vinculada a área esportiva.

“Nós, incluindo um grupo de cerca de 20 pessoas, composto de lideranças políticas (deputados estaduais) e dirigentes esportivos (Conselho de Representantes e dirigentes municipais), marcamos uma audiência com o governador eleito (novembro/90), solicitando a não extinção da Secretaria de Cultura e Esporte.

“Nesse encontro, o governador eleito solicitou ao grupo, um voto de confiança da área esportiva a sua desafiadora administração para a reforma proposta e se comprometendo que futuramente (com saneamento do estado) nova estrutura poderia ser criada. Com isso, o esporte passou a ser somente uma Diretoria de Esporte (Dide), dentro da Secretaria de Estado da Educação. A Fundação Catarinense de Cultura também foi vinculada SED criada desde 1979.”

Diariamente, ao longo da semana, serão publicados neste site trechos da história da Fesporte. Acompanhe.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Confiram os três vídeos em que colaboradores parabenizam a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) pelos seus 27 anos de existência.

 

 

 

Como previsto no Decreto Estadual nº 562/2020, de 17 de abril, o próximo domingo (5 de julho) marca a possível abertura para realização de eventos cuja organização e realização sejam de responsabilidade da iniciativa privada, sem presença de público. A liberação efetiva, contudo, depende ainda das restrições impostas por cada Município. Assim, qualquer instituição privada que precise realizar um evento, deve antes consultar a prefeitura do município previsto para a realização.

Segundo o presidente da Fesporte, Rui Godinho, os eventos esportivos do calendário oficial da instituição seguem restritos. “Para a Fesporte, há ainda protocolos de segurança que estão sendo feitos para que possamos organizar nossas competições”, afirmou Godinho.

Destaca-se ainda que devam ser seguidos todos os protocolos de treinamento também. O consultor jurídico da Fesporte, Níkolas Bottós, reforça que a única suspensão para as competições privadas é da presença de público e que o decreto transfere para as prefeituras a liberação das competições. Bottós ainda coloca a consultoria jurídica da Fesporte à disposição para orientar o retorno do esporte em Santa Catarina com a maior segurança para os atletas.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

O envio do termo de compromisso para participar da 60ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc 2020), com prazo previsto para encerrar na última quinta-feira (2), foi prorrogado pela Fesporte e não tem novo prazo definido ainda.

Assim como todos os demais procedimentos de envio à Fesporte, por meio de sistema eletrônico, de documentos relativos à participação de municípios e atletas nos eventos esportivos promovidos pela Fesporte, não é diferente quanto aos Jasc 2020. A medida foi tomada tanto em função da pandemia de Covid-19, que deixou indefinido o calendário deste ano, quando em decorrência do ciclone bomba que atingiu grande parte do estado de Santa Catarina.

O gerente de esporte de rendimento da Fesporte, Luciano Heck, explicou que só poderá ser definido novo prazo a partir do estabelecimento de um novo calendário para 2020. No mês de maio, a Fesporte lançou três propostas de calendário, as quais submeteu ao governador Carlos Moisés. Os prazos de envio de documentos serão novamente estabelecidos assim que houver definição de calendário de eventos.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

Fesporte pede aos gestores esportivos municipais um levantamento das estruturas esportivas danificadas devido ao ciclone bomba. 

A Fesporte prorrogou o prazo para os municípios enviarem à instituição o mapeamento de suas instalações esportivas (inventário), informações que farão parte do georreferenciamento das praças de esporte de todos os municípios catarinenses. Inicialmente previsto para o dia 30 de junho, os gestores esportivos municipais terão agora até 30 de julho para enviar à Fesporte as informações.  

Segundo o presidente da Fesporte, Rui Godinho, as informações sobre as estruturas esportivas de cada cidade será critério fundamental para a implementação de políticas públicas do governo estadual nos municípios catarinenses.

Além do trabalho de mapeamento, a Fesporte pede aos gestores esportivos municipais um levantamento das estruturas esportivas danificadas devido ao ciclone bomba que castigou Santa Catarina na terça-feira, 30 de julho, para as devidas providências do governo estadual. 

Mapeamento inédito no Brasil

Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) realiza um mapeamento inédito, junto a dirigentes municipais, de todas as instalações esportivas do estado. Quando o levantamento estiver pronto, Santa Catarina deve ser um dos primeiros estados brasileiros a ter um georreferenciamento das praças de esportes de seus municípios.

Após a coleta de dados, todas as informações de infraestrutura esportiva de Santa Catarina estarão disponíveis no site da Fesporte para serem consultadas pelo público, como quadras, campos de futebol, pistas, ginásios, canchas, piscinas, entre outras. Detalhes como dimensões das estruturas esportivas, banheiros, capacidade de público, vestiários, equipamentos, mapas de localização e fotos poderão ser vistos pelos usuários.

A coordenação do trabalho está sendo realizado pela Gerência de Políticas de Projetos Esportivos da Fesporte (Geppe), por meio dos coordenadores esportivos regionais, vinculados à entidade, que dão suporte aos gestores municipais neste levantamento.

Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, este levantamento irá possibilitar o desenvolvimento de estratégias que subsidiarão a elaboração de uma plataforma de gestão de indicadores de esporte e lazer no estado para delinear ações que promovam maior qualidade de vida à população catarinense.

 “O Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte, mais uma vez está na vanguarda no Brasil no que diz respeito ao gerenciamento do setor esportivo. Este diagnóstico da realidade atual das instalações esportivas do estado servirá como um mecanismo para subsidiar a tomada de decisões relativas às políticas públicas catarinenses, bem como potencializar as práticas esportivas como geradoras de desenvolvimento. Depois que todo o processo de catalogação estiver concluído o usuário terá a infraestrutura esportiva catarinense na palma da mão”, reforça.

Na prática, segundo o presidente, o mapa do esporte catarinense será importante instrumento para saber quais as regiões que necessitam de maior investimento público e mostrar onde há infraestrutura adequada para a realização dos eventos da Fesporte, como Jasc, Joguinhos, Olesc, Parajasc, entre outros.

Como é feito o levantamento

 “As ações estão sendo realizadas de forma on-line por dirigentes municipais com apoio de nossos coordenadores esportivos. Eles acessam o nosso sistema, via ‘QR Code’, que direcionam a questionários com a solicitação de informações sobre as instalações esportivas. Depois que as informações são preenchidas, elas são enviadas para o nosso sistema. Depois passam por uma formatação didática e visual para uma melhor compreensão do público. A etapa seguinte é georreferenciamento, que ficará disponível no site da Fesporte”, esclarece Aline Floss, gerente da Geppe.

A ação atende a Lei na Lei Complementar n° 741, de 12 de junho de 2019, que diz que a Fesporte tem por objetivo fomentar, desenvolver e executar a política estadual de esporte e promover o inventário e a hierarquização dos espaços esportivos.

Texto: Antonio Prado/Ascom/Fesporte

Coordenadorias Regionais de Educação do Oeste catarinense promovem curso on-line de modalidades esportivas para profissionais de Educação Física da Região, visando à aplicação de atividades durante e após a pandemia, considerando aproveitamento de espaço e adaptações. O curso ocorre em dias específicos entre 2 a 29 de julho e é aberto aos profissionais da região, que terão direito aos certificados, e pode ser acompanhado por qualquer pessoa no link do YouTube especificamente exposto na linha de cada dia de curso no cronograma divulgado. Inscrições serão feitas no próprio chat, seguindo os critérios de participação.

Os coordenadores esportivos da região Oeste do estado arranjaram um meio de tornar a quarentena ainda mais produtiva, e o melhor é que valoriza o currículo e promove o desenvolvimento profissional. Trata-se do curso on-line sobre “Atividades de Educação Física no Esporte da Escola e na Escola”, que tem início nessa quinta-feira (2).

O curso abordará as atividades que poderão ser realizadas no período de pandemia e a partir do retorno às aulas. São previstas sete aulas, uma para cada modalidade esportiva: atletismo, badminton, basquete, futsal, handebol, vôlei e tênis de mesa. O curso tem como objetivo apontar e discutir as diversas possibilidades de aproveitamento do espaço físico, tanto de casa quanto da escola, considerando as adaptações e improvisos para treinos e prática das modalidades.

As aulas serão ministradas por nove profissionais que atuam ou já atuaram nas respectivas modalidades como técnicos ou professores. Para que não haja sobrecarga, foram definidos, espaçadamente, sete dias do mês de julho (2, 8, 10, 15, 20, 24 e 29), para cada um deles, uma modalidade, com três horas de duração, variando alternadamente entre os períodos das 8h às 11h e das 13h30min às 16h30min. Cada aula terá um canal específico do YouTube, cujo link está disponível na linha de cada aula, na programação. 

Confira na programação

 

Saiba como e quem pode participar

O curso é promovido pelas Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) do Oeste, nas microrregiões de Chapecó, Concórdia, Dionísio Cerqueira, Itapiranga, Maravilha, Palmitos, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Seara e Xaxim. 

O curso é voltado a profissionais de Educação Física de escolas públicas de todas as esferas e particulares. Os participantes terão direito a um certificado de 20 horas. A ficha de inscrição estará disponível no próprio chat e deverá ser preenchidas considerando os seguintes critérios:

- Pertencer a qualquer instituição de ensino de município que integre uma das dez CREs promotoras do evento.

- Não estar em processo de aposentadoria;

- Não estar em gozo de qualquer licença (férias, licença-prêmio, licença-saúde etc.).

As aulas podem ser acompanhadas por pessoas de qualquer região ou estado, contudo sem direito à certificação. 

Terá direito ao certificado o cursista que apresentar 100% de participação e, na avaliação final, atingir a média seis. A avaliação ficará disponível até uma semana após o término do curso.

Os certificados serão feitos pela Coordenadoria Regional de Educação de Palmitos e entregue fisicamente aos participantes pelo Portal do Servidor, no caso de servidores do Estado, ou por intermédio do coordenador esportivo de cada uma das CREs para os servidores dos municípios, acadêmicos e de escolas particulares.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) publicou nesta quarta-feira (24), em seu site uma nota oficial de cancelamento dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) de 2020. A ação contou com o apoio das 14 confederações das modalidades esportivas que compõem o quadro de competições do evento.

A decisão foi tomada após reuniões virtuais envolvendo as 27 secretarias ou fundações estaduais que analisaram os riscos na exposição de cerca de 5 mil atletas ao surto de Covid-19. Os JEJ já tinham data definida, de 7 a 21 de novembro, e antes da pandemia o COB estava em processo de definição da sede, que tinha como forte candidata a cidade de Campo Grande (MS).

Dentre os diversos fatores analisados pelas entidades durante as reuniões, destacaram-se:

- Risco de contágio em ambiente sem controle direto do COB e Confederações, considerando transporte aéreo e terrestre até a cidade-sede, hotéis, centros comerciais, entre outros; 

- Diferença entre as situações de cada Estado em relação à pandemia e o impacto na isonomia da competição; 

- Incerteza da data de retorno do calendário escolar presencial que pode comprometer o processo seletivo;

- Possibilidade de os pais não autorizarem as viagens dos atletas;

- Eventual conflito com o calendário nacional das modalidades em função da possibilidade de concentração de muitos eventos no último trimestre do ano.

Também com base nos riscos de contágio do novo coronavírus que os três eventos da etapa regional, que aconteceriam em setembro, já haviam sido cancelados no dia 25 de março.

Os JEJ, organizados pelo COB desde 2005, são a maior competição estudantil do país, envolvendo alunos de escolas públicas e privadas, em duas faixas etárias: de 12 a 14 anos e de 15 a 17. São 17 modalidades em disputa. Considerando as etapas seletivas, organizadas pelos estados, o programa alcança cerca de 2  milhões de jovens. Envolvidos diretamente com o COB, considerando atletas, árbitros, treinadores e voluntários, entre outros, chegam ao número de 8 mil pessoas.

Para Sérgio Galdino, gerente de Esporte de Base e Inclusão (esporte escolar) da Fesporte, o cancelamento dos Jogos Escolares da Juventude cria uma lacuna para os atletas de base. “Para muitos dos alunos, seria este o último ano de participação, que é justamente quando tem mais maturidade e estão mais inclinados a um melhor condicionamento e a melhores resultados. Se isso não acontece, acabam sendo prejudicados. Mas endentemos que foi um fator inevitável. Agora, sem o calendário nacional, podemos projetar a realização dos Jogos Escolares de Santa Catarina um pouco mais tarde”, explicou Galdino.

A gerência deve se reunir com os setores técnico e administrativo para discutir a agenda dos Jesc 2020.

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