Prado

A terça-feira, 17, foi de fortes emoções e equilíbrio no handebol masculino da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) em Videira. Após o fim da rodada semifinal Criciúma e Itajaí se classificaram para a grande final a ser realizada nesta quarta-feira, 18.

Na primeira semifinal do dia Criciúma enfrentou São José e durante toda a partida os criciumenses estiveram à frente no placar, sempre com uma média de cinco pontos. Por fim, com ótimas atuações de Venturini  e Juan Marcos, que anotaram nove gols cada para a terra do carvão, Criciúma fechou a partida em 33 a 28.

“Eu estou muito feliz, pois esse time treinou muito para chegar até a final. Nosso time é caseiro, pois não veio ninguém de fora. Estamos muito honrados em poder representar nosso município na final do handebol da Olesc”, destacou o artilheiro Venturini.

Itajaí (cinza) foi o dono da bola na semifinal contra Blumenau (Foto: Antonio Prado/Fesporte)

Na segunda semifinal do dia, o clássico entre Itajaí e Blumenau prometia equilíbrio. E foi. Durante todo o jogo os dois times trocaram gols e ninguém conseguia se distanciar muito do placar, mas na média, uma pequena vantagem para os blumenauenses que por fim fecharam a partida em 23 a 20, com destaque para Augusto Pires, de Blumenau, autor de cinco gols.

“Nossa defesa ajudou muito, pois não deixou nosso adversário avançar no ataque. Agora, para a final, nosso time está bastante motivado para conquistarmos o bicampeonato”, finalizou o goleiro itajaiense Hess.  

A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

                                                          Confira Criciúma X São José

 

                                                        Confira Itajaí X Blumenau

Quem está fora da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) às vezes não tem a dimensão do que representa a competição para os atletas. Só quem vive o dia a dia de treinamentos consegue mensurar o que é participar desta competição como atleta. É o caso do mesatenista  Guilherme Marchiori, 13 anos, de Chapecó, que participa da Olesc pela primeira vez.

“Nossa! Sempre tive a vontade de participar da Olesc, felizmente estou realizando este sonho. Agora, como está no início dos jogos estou bastante ansioso”, diz um nervoso Guilherme. Mas quem vem o garoto tímido, nervoso, com as unhas pintadas como trote de calouro,  nem imagina que ele é o número um do ranking catarinense na categoria mirim, ou seja, o melhor atleta da sua faixa etária.

E tem mais. Guilherme já tem, na curta carreira, títulos como o de campeão brasileiro por equipe e duplas, campeão da copa do Brasil (duas vezes), campeão latino-americano por equipe e duplas, campeão sul-americano também nestas duas categorias. As conquistas estão divididas entre 2016 a 2019. Agora o mesatenista se prepara para competir mais uma competição internacional: o Campeonato Latino-Americano entre os dias 7 a 13 de outubro em Porto Rico.

Enquanto isso não acontece ele vai curtindo a Olesc em Videira. Na estreia, na segunda-feira, 16,  ajudou a sua equipe a vencer Fraiburgo por 3 a 0. Nascido em São Bento do Sul, o garoto defende Chapecó desde o início deste ano. “Comecei jogar aos seis anos de idade e de lá pra cá não parei mais. Atualmente treino cerca de duas horas por dia e quero um dia chegar à seleção brasileira adulta e poder participar de um campeonato mundial e Olimpíada”.

Alguém duvida da capacidade do garoto? O tênis de mesa da Olesc prossegue até o dia 21, no ginásio de esporte do Parque da Uva, quando se encerram todas as competições. A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Secom Fesporte

 

Vitor e Pedro. Não. Não se trata de dupla sertaneja e tampouco de músicos de outro estilo. Trata-se sim de dois atletas que entraram em quadra nesta segunda-feira, 16, em Videira, e comandaram a vitória de seus respectivos times no handebol na 19ª olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc). As performances dos dois foram decisivas para a classificação dos seus times às semifinais da modalidade nesta terça-feira.

Vitor Pereira, de 16 anos, de Itajaí, foi determinante na vitória de 33 a 19 sobre Lages, ao marcar sete gols e terminar a partida como artilheiro.

Pedro Batista, de Blumenau, de 15 anos, não se fez de rogado e também marcou sete gols na vitória de 40 a 17 diante de Xaxim.

Agora os dois se preparam para a semifinal e se enfrentam nesta terça-feira numa espécie de tira-teima para ver quem é o melhor. Na outra semifinal São José mede forças com Criciúma.

Pedro, de Blumenau, marca um gol dos sete que anotou diante de Xaxim (Foto: Antonio Prado/Fesporte)

Vitor Pereira veio recentemente de Portugal, onde foi realizar um intercâmbio. E lá jogava no handebol do Sporting. 

Agora o garoto está realizando um sonho: disputar uma Olesc. “Era um sonho de criança. Desde muito tempo eu sempre sonhava em disputar uma Olesc. Meus amigos sempre falavam da magia desta competição e eu sempre queria, mas nunca dava certo, mas este ano é minha primeira e última vez, pois vou estourar a idade e espero sair daqui com o título”, diz com a convicção de entrar para a história dos itajainenses.

Por falar em história, a história de Pedro Batista no time de Blumenau é bem interessante já que ele entrou no jogo para ser o artilheiro nesta segunda-feira pelo acaso do destino. Ele começou o jogo na reserva, mas aos 10 minutos de jogo Augusto, o armador esquerdo e craque do time, deslocou o ombro e não pôde continuar na partida. 

O técnico Bob olhou para o banco e chamou Pedro como se dissesse: “Entra garoto. Vem brilhar com agente”. Pedro entrou. Jogou. Brilhou. Fez gols. Muitos gols. Sete no total. O suficiente para ser o artilheiro e terminar o jogo nos braços do time.

A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Secom Fesporte

 

O atletismo da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc) terminou neste domingo, 15, com emoção em Videira. Na disputa do troféu masculino  Joinville precisava não somente vencer o revezamento 4x100, misto, mas também bater o recorde da prova. Explica-se: apenas a vitória daria 13 pontos na classificação geral e com o recorde seria 16, ou seja, três pontos de bonificação. E assim os joinvilenses Leonardo Mendes, Uanderson da Silva, Barbara Vale e Camilly dos Santos voaram para cravar 3min.46s49 e bater o recorde da prova e conquistar os pontos que faltavam para ser campeão geral.

No masculino Joinville somou 130,5 pontos na classificação geral, contra 128 de Balneário Camboriú, que fechou em segundo lugar. Jaraguá do Sul ficou com troféu de terceiro lugar com 104 pontos

Já no Feminino Joinville teve uma vitória mais tranquila ao atingir 126 pontos em primeiro lugar, contra Jaraguá do Sul, em segundo, com 78 pontos. Blumenau fechou o pódio com o troféu de terceiro lugar com 70 pontos.

Ao fazer uma análise do titulo a treinadora joinvilense Margit Weise, disse que o sacrifício valeu a pena. “Estamos aqui há três dias competindo sob sol e frio. Nossos atletas resistiram bravamente a tudo isso com garra e determinação e fomos campeões”, disse a treinadora.

Larissa da Silva Luci, de Nova Veneza, foi escolhida pelo júri técnico, a melhor atleta da Olesc. Ela bateu o recorde dos 800m com o tempo de 2min17s85 e se despede da competição como tetra campeã dos 800 e 1.500m. “Foi uma honra muito grande se despedir em grande estilo desta competição que é tão importante em minha vida”, disse a campeã.

Eduardo Malczevski, de Blumenau, foi o atleta destaque entre os homens. Ele foi recordista dos 100m rasos, estabelecendo uma nova marca na competição, com o tempo de 10s81. Venceu também os 200 metros com a marca de 22s19. “É muito gratificante ser o atleta destaque porque eu treinei muito para esta competição e consegui colocar todos os treinos em prática aqui em Videira”.

A etapa estadual da Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

Ao receber o troféu de campeã geral da ginástica rítmica da Olesc, neste domingo, 15, em Videira, a treinadora florianopolitana Evelise Garafalo não segurou as lágrimas de emoção. Afinal, pela primeira vez o time da Capital conquistava o tão cobiçado troféu. 

“É com muito orgulho que voltamos pra casa com esse troféu depois de ter trabalhado arduamente o ano inteiro no nosso ginásio e inesperadamente sermos campeãs, principalmente porque não éramos favoritas. Nós tivemos a capacidade de colocar em prática tudo aquilo que treinamos”, disse a treinadora da Capital  Evelise Garofalo.  

Para conquistar o titulo geral Florianópolis somou 124,8 pontos e em segundo Blumenau fechou com 119,65 e em terceiro Joinville ficou com 116,15 pontos.

Ginastas de Floripa Helena Bresola, Luiza Muller, Ana Beatriz,Alice Diniz e Amanda Bento: choro ao saber da classificação à final (Foto: Divulgação)

A conquista da medalha de ouro das meninas de Floripa nas disputas do conjunto cinco arcos, neste domingo, quando encerrou a competição, era o ato final de um titulo geral aguardado há quase 20 anos de Olesc. 

O time do conjunto campeão foi formado Alice Schramm, Amanda Batista, Ana Beatriz Araújo, Ana Laura Martins, Giulia Ibusuki, Helena Marques , Luíza Santos e Talita Silva.

Confira as demais campeãs 

Individual geral - Ana Luiza Franceschi de Souza – Joinville

Aparelho mãos livres – Ana Luiza Franceschi de Souza – Joinville

Aparelho corda – Natália Metzner – Blumenau

Aparelho Conjunto 5 arcos – Florianópolis

Aparelho conjunto geral – Florianópolis

Individual por equipe – Blumenau

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

A sexta-feira 13 é, para muitas pessoas, o dia do azar. Não para a ginasta Ana Luíza Francesci, de Joinville, que já se consagra nesta da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc)  como a pequena notável da ginástica artística. Logo no primeiro dia de competição, na mesma sexta, Aninha, de apenas 11 anos, brilhou nos aparelhos mãos livres e corda. As apresentações somaram 43.950 pontos, impressionaram a arbitragem e garantiram à joinvilense a medalha de ouro no individual geral, o que significa que Aninha é a melhor ginasta da modalidade na edição 2019 da Olesc em Videira.

Já neste sábado, 14, já com o titulo de melhor ginasta, ela entrou novamente no tablado para disputar mais duas decisões no individual por aparelho. Na disputa do aparelho mãos livres foi ouro novamente e prata no aparelho corda. Perdeu o primeiro lugar para Natalia Metzner, de Blumenau.

Agora, a pequena notável joinvilense se prepara para mais uma batalha neste domingo, 15, quando encerram-se as competições com a disputa da medalha de ouro na segunda apresentação do conjunto. 

Ainda no primeiro dia de competição, na sexta-feira, Blumenau foi medalha de ouro no individual por equipe com as ginastas Isadora Beduschi, Julia Krug, Kendra Avila, Manuela Krug, Natália Metzner, Paloma Martin, Sofia Silva e Sophia Simm.

Ao fazer uma avaliação do título do individual geral Ana Luíza Francesci foi enfática: “Foi uma honra muito grande (a conquista da medalha de ouro), pois foram horas e dias de treinamento, incluindo sábados e domingos. Isso é muito satisfatório, pois sei que todo o esforço valeu a pena”. 

                                 Confira a entrevista com Ana Luíza

Irmã da também da ginasta supercampeã Luana Metzner, na qual se inspira, as palavras de Ana soam como um processo de mudança de patamar. Nada mal para uma atleta que na Olesc do ano passado nem se lembra em qual colocação ficou no individual geral. Recorda-se apenas que foi prata no aparelho mãos livres e bronze no individual por equipe.

Para a treinadora Vanessa Hagemann, a principal virtude de sua pupila é expressão corporal. “A Ana tem uma delicadeza corporal que encanta. Algumas árbitras estrangeiras dizem que ela tem um estilo europeu e isso, para o mundo da ginástica, tem um valor muito grande. Mas, além disso, ela é uma atleta dedicada nos treinos,  perfeccionista, sabe o que quer, tem atitude e um imenso talento”.

Por esse talento, entendem-se medalhas. Aninha diz que não sabe exatamente quantas conquistou na curta carreira, que iniciou com cinco anos de idade. “Acho que é de vinte e cinco a trinta medalhas”, chuta. Questionada sobre as cores das medalhas ela diz com segurança: “A maioria é de ouro”. Estes reconhecimentos vieram com títulos como estadual em 2017, quando foi campeã geral no pré-infantil, campeã sul-americana 2018, mesmo ano que foi campeã brasileira no aparelho corda.

Então. Alguém duvida de que essa pequena notável vá longe? 

A etapa estadual da Olesc uma promoção do Governo de Santa Catarina @governosc, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de Videira.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

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