A delegação catarinense, entre as mais empolgantes das Paralimpíadas Escolares, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na capital paulista, voltou a gritar o nome do Estado na noite desta sexta-feira (23), ao chegar ao vice-campeonato desta 12ª edição do evento. A delegação volta para Santa Catarina com 92 medalhas (45 de ouro, 26 de prata e 23 de bronze), somando 444 pontos, 103 a mais do que em 2017, quando também foi vice-campeã.
Os anfitriões foram campeões, com 1094 e 153 medalhas (111 de ouro, 28 de prata e 14 de bronze). O Distrito Federal foi terceiro, com 327 pontos e 54 medalhas (31 de ouro, 19 de prata e 14 de bronze). A pontuação catarinense foi obtida com um primeiro lugar na bocha, segundo no tênis em cadeira de rodas e no tênis de mesa, quarto no golbol, quinto no basquete em cadeira de rodas, no futebol PC, no vôlei sentado e no atletismo,além de um nono lugar no judô. Além do troféu de vice-campeã geral a delegação catarinense retorna com o troféu de campeã da bocha, e de vice no tênis de mesa e de tênis em cadeira de rodas.
A presidente da Fesporte, Professora Natália Lúcia Petry esteve no CT Paralímpico neste último dia de competições. Além de participar de cerimônias de entrega de premiação, ela aproveitou para conhecer a estrutura do CT e conversar com o presidente com Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado a respeito de gestão esportiva, em especial para o paradesporto. A Professora Natália destacou o trabalho dos profissionais de educação física e das famílias no desenvolvimento dos atletas, que se dedicam para obterem suas conquistas. “Por chegarmos a este ponto de desenvolvimento esportivo não podemos nos esquecer do empenho de nossos professores e do apoio das famílias. E é por isso que entendemos como merecido um investimento como o CT Paradesportivo, um modelo que devemos levar para nosso estado, que certamente será peça fundamental de fomento ao paradesporto”, disse ela.
“Esta foi uma edição especial das Paralimpíadas Escolares. Teremos atletas de todas as modalidades de volta ao CT, em janeiro, no Camping Escolar Paralímpico, no que certamente será um momento importante no desenvolvimento deles no esporte adaptado. Gostaria de parabenizar a delegação de São Paulo por mais uma conquista. Coroa o trabalho do Estado, que faz um excelente trabalho não somente no paradesporto mas para todas as pessoas com deficiência”, disse Conrado..
As Paralimpíadas Escolares, promovidas pelo CPB, são o maior evento do mundo para jovens esportistas com deficiência em idade escolar. A cerimônia de encerramento aconteceu no Pavilhão Oeste do Anhembi, na capital paulista. São Paulo conquistou o quarto título seguido dos sete que possui na competição.
Durante três dias de evento, 989 atletas, de 23 Estados e do Distrito Federal, competiram em onze modalidades que compuseram o programa: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, futebol de 7 (PC), golbol, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado.
Classificação final por pontos (total de medalhas)
1º São Paulo 1094 (153)
2º Santa Catarina 444 (94)
3º Distrito Federal 327 (54)
4º Paraíba 270 (57)
5º Minas Gerais 245 (46)
6º Rio Grande do Sul 212 (58)
7º Pará 204 (69)
8º Mato Grosso do Sul 196 (55)
9º Paraná 157 (38)
10º Rio Grande do Norte 150 (48)
11º Sergipe 118 (50)
12º Maranhão 109 (22)
13º Espírito Santo 94 (36)
14º Ceará 93 (24)
15º Rondônia 93 (35)
16º Pernambuco 68 (23)
17º Alagoas 67 (13)
18º Amazonas 50 (54)
19º Bahia 34 (2)
20º Tocantins 34 (18)
21º Amapá 29 (19)
22º Acre 22 (2)
23º Mato Grosso 21 (18)
- Texto: Heron Queiroz
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A delegação catarinense fechou a quinta-feira (22), penúltimo dia de competições das Paralimpíadas Escolares em terceiro lugar no quadro geral de medalhas. Foram 19 de ouro, 12 de prata e seis de bronze, totalizando 37 da medalhas que geram pontuação, ou seja, aquelas que representam o mínimo de 70% do ITC (índice técnico da competição).
Na primeira colocação, aparece a delegação de São Paulo, com 51 medalhas (41 de ouro, sete de prata e três de bronze), seguido de Mato Grosso do Sul, com 29 medalhas (20 de ouro, quatro de prata e cinco de bronze).
Santa Catarina segue na sexta-feira (23) em busca de, pelo menos, o vice-campeonato. Para isso a delegação conta com a força da bocha, do tênis de mesa, da natação e do atletismo para a conquista de mais medalhas.
- Texto: Heron Queiroz
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Primeiro dia de competições nas Paralimpíadas Escolares, em São Paulo, dá a Santa Catarina 45 medalhas. Foram 18 no atletismo, 17 na natação, oito no tênis de mesa por equipes e duas no judô. Os catarinenses somam 21 de ouro, 16 de prata e seis de bronze.
Todas as 11 modalidades até sexta-feira. Santa Catarina busca o terceiro título. Além da conquista de medalhas, os atletas também disputam vagas no Camping Escolar Paralímpico, projeto que oportunizará os destaques vivenciar dez dias em janeiro de 2019 e mais dez em junho do mesmo ano, período em que receberão condicionamento, treinos e acompanhamento, visando aprimorar técnicas e melhorar os resultados.
Com 108 atletas, Santa Catarina é a segunda maior delegação, ao lado de Minas Gerais, perdendo apenas para São Paulo, que tem 118. O coordenador de paradesporto da Fesporte, João Cascaes, fechou o dia com uma reunião com técnicos e pessoal do staff para apurar a participação catarinense neste primeiro dia e motivar a equipe. Segundo ele, a maioria dos estados participantes têm demonstrado crescimento nas edições mais recentes, sobretudo nesta, mas isso não impede Santa Catarina de obter as conquistas planejadas.
- Texto: Heron Queiroz
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A 12ª edição das Paralimpíadas Escolares foi oficialmente aberta na noite desta terça-feira (20), no Pavilhão Oeste de Exposições do Anhembi, que recebeu um grande número de pessoas. As competições terão início na quarta-feira (21), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na capital paulista, e seguem até sexta-feira (23), quando será conhecido o grande vencedor de 2018.
Estão inscritos 989 atletas representantes de 2 estados e do Distrito Federal. A delegação catarinense chega a esta edição com 108 atletas, a maior já enviada pelo estado na história das Paralimpíadas Escolares e a segunda maior da edição, ao lado da mineira, perdendo apenas para a delegação anfitriã, que tem 118 atletas.
O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, destacou a prioridade ao esporte escolar. “Esse é um dos principais eventos do CPB. Nós assumimos metas em nosso planejamento estratégico e uma delas é que nos próximos Jogos, Tóquio 2020 e Paris 2024, o número de jovens atletas medalhistas aumente e as Paralimpíadas Escolares nos ajudarão a alcançar esse objetivo”, destacou Conrado.
A cerimônia ainda contou com o acendimento do fogo simbólico, protagonizado pelos velocistas e medalhistas paralímpicos Mateus Evangelista e Verônica Hipólito, e ainda com a entrega do Prêmio Amigo do Esporte à Dra. Linamara Rizzo Bapttistella, Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência .
A programação de quarta-feira, (21) começa às 8h (de Brasília), com as disputas de atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de 5, futebol de 7, golbol, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado, no CT Paralímpico. Dessas, a delegação catarinense só não participa do futebol de 5.
Além da conquista de medalhas, os atletas têm uma motivação a mais a partir deste ano, conquistar o direito de participar do Camping Escolar Paralímpico. Cerca de 100 atletas poderão passar dez dias no mês de janeiro de 2019 e mais dez no mês de junho, no CT Paralímpico, em São Paulo. O projeto tem como objetivo condicionar, treinar e acompanhar os jovens, aprimorando técnicas e melhoramento de resultados.
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Delegação catarinense chegou na manhã desta segunda-feira (19) a São Paulo para participar das Paralimpíadas Escolares que têm início no dia 20 de novembro, com abertura oficial no Centro de Convenções Anhembi, a partir das 19 horas. Perto de uma centena de atletas de atletas catarinenses de 12 a 18 anos, acompanhados por um staff de mais de 50 profissionais, competirão até o dia 24 pela conquistas de medalhas.
As competições acontecem no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, construído em 2015, fazendo da capital paulista a sede fixa das Paralimpíadas Escolares desde a edição de 2016.
Das 11 modalidades em disputa (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha paralímpica, futebol de 5, futebol de sete, golbol, handebol em cadeira de roda, judô, natação, tênis em cadeira de roda tênis de mesa, vôlei sentado), os catarinenses só não disputam o futebol de 5. Essa é a maior delegação já enviada por Santa Catarina, que busca o terceiro título no evento. Os catarinenses já foram campeões em 2007 (Brasília) e 2014 (São Paulo).
Os atletas catarinenses, portadores de deficiência física, intelectual ou visual, no atletismo, bocha de tênis de mesa, classificaram-se nos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc), realizados em julho, em Florianópolis. João Batista Cascaes, coordenador da delegação catarinense, explicou que as demais modalidades, por terem número mais baixo de inscritos, não há necessidade de competição seletiva. “Durante os Parajesc, foram realizados estudos e treinamentos para os atletas que fizeram inscrição direta para as modalidades”, disse ele.
Por ser um evento escolar, é requisito primordial que os atletas condicionados à matrícula e frequência em instituições de ensino, que, nesta edição, representam 23 municípios catarinenses.
“O evento não só proporciona ao atleta poder competir, mas também ampliar seu espaço e ambientes de vida. Poder sair, viajar de avião, ficar num hotel com outros atletas até mesmo de outros estados, a maioria deles sem a costumeira presença dos pais, permite ampliar seus conhecimentos, socializar mais e desenvolver o senso de responsabilidade. Isso, claro, sempre sob a orientação de professores. O paradesporto seduz pelo companheirismo e solidariedade que se tornam ainda mais evidentes nas competições”, destacou Cascaes.
- Texto: Heron Queiroz
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Uma delegação composta de 157 pessoas, dentre as quais 92 são atletas de paradesporto, embarcam de quatro aeroportos do estado (Joinville, Florianópolis, Chapecó e Navegantes), nesta segunda-feira (19), com destino a São Paulo, onde participam das Paralimpíadas Escolares 2018, evento promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Pioneiro em eventos paradesportivos e uma das referências no país, o estado de Santa Catarina participou de todas as edições, ficando na maioria das vezes entre os três primeiros. A delegação paulista é a maior vencedora até aqui, com cinco títulos, seguida do Rio de Janeiro, com quatro, deixando os catarinenses em terceiro com duas conquistas.
O evento surgiu como Programa Paralímpicos do Futuro, em 2006. A partir de 2009, com nova formatação, passou a se chamar Paralimpíadas Escolares. A partir de 2016, com a construção do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, as Paralimpíadas Escolares passaram a contar com uma sede fixa.
Até sábado (24), quase mil atletas entre 12 a 18 anos estarão disputando medalhas em 11 modalidades esportivas: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha paralímpica, futebol de 5, futebol de 7, golbol, judô, natação, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa e vôlei sentado. Os catarinenses só não participam do futebol de 5.
Na edição de 2017, Santa Catarina foi vice-campeã, com 341 pontos, atrás dos anfitriões, que somaram 458 pontos. Foram 47 medalhas de ouro, 30 de prata e 14 de bronze para a delegação barriga-verde.
Texto: Heron Queiroz
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