Prado

O time Santa Catarina chega ao último dia de competição, nesta sexta-feira, 24, em São Paulo, em segundo lugar na classificação geral das Paralimpíadas Escolares com 60 medalhas. Até o momento são 28 de ouro, 22 de prata e 10 de bronze. São Paulo lidera com 97 medalhas.

Em terceiro lugar está Mato Grosso do Sul, com 51, seguido de Sergipe, em quarto lugar com 39 medalhas.

Nesta quinta-feira, 24, a natação e o atletismo, com maior número de atletas, foram os destaques da delegação. Na natação foram 10 medalhas sendo 6 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze. 

No atletismo foram 11 medalhas sendo 5 de ouro, 4 de prata e 2 de bronze. A expectativa é que Santa Catarina conquiste mais medalhas principalmente na natação, atletismo e bocha paralímpica. 

Texto: Antonio Prado

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Eles são campeões e a cada Paralímpiada Escolar elevam o nome de Santa Catarina na competição. E nesta edição, em São Paulo mantiveram o alto nível. São eles: Alysson Roberto de Souza, 17 anos, aluno da Escola Estadual Professor Rodolfo Mayer, de Joinville, na natação S8, e Paulo Henrique Gonçalves, 16 anos, da Escola Estadual Nereu Ramos, de Itapoá, no tênis mesa classe 7.

Alysson é um fenômeno, pois em seis participações das Paralimpiadas conquistou 18 medalhas de ouro, uma delas nesta edição de São Paulo na prova dos 200 metros medley S8, além de prata nos 100 metros livres.

Nascido com uma deficiência física denominada de artrogripose múltipla congênita, que lhe atrofiou os braços e as articulações, ele disse que depois de seis participações no evento escolar sai de cena com a sensação de dever cumprido. 

“Foi um prazer muito grande poder representar Santa Catarina nas Paralimpíadas. Saio sem tristeza, só com alegria, pois foi aqui que me realizei”. Ao fazer uma análise de sua trajetória até aqui ele aponta a convocação para a seleção brasileira como o ponto mais alto. “Com o Brasil fiquei com a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Jovens este ano, em São Paulo, ou seja, fiquei entre os três melhores da América”, diz feliz da vida. 

 Paulo Henrique Gonçalves, 16 anos, da Escola Estadual Nereu Ramos, de Itapoá: campeão (Foto: Antonio Prado)

Felicidade, aliás, é o sentimento de Paulo Henrique Gonçalves. O garoto foi um dos mais requisitados pela imprensa local e nacional que cobrem as Paralimpíadas Escolares em São Paulo para entrevistas. Assim como Alysson ele também brilhou nos Jogos Pan-Americanos, quando foi campeão por equipe pela seleção brasileira de tênis de mesa.

Em São Paulo ele aguarda o fim do torneio para conquistar mais uma medalha de ouro e repetir o feito de 2015 quando foi campeão brasileiro. Com uma dismelia que lhe impôs uma má formação nos braços, o garoto considera o tênis de mesa a sua vida. “Foi nesta modalidade que conheci pessoas maravilhosas e vivenciei grandes momentos”.

Com suas performances, Allysson e Paulo Henrique têm tem ajudado a Santa Catarina ser um dos estados destaques nas Paralimpiadas Escolares. Até o momento os catarinenses estão em segundo lugar na classificação geral com 32 medalhas sendo 16 de ouro, 11 de prata e 5 de bronze.

 Texto: Antonio Prado

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A quarta-feira, 22, foi dia de estreia do time Santa Catarina nas Paralímpíadas Escolares, em São Paulo. E foi no atletismo que vieram as primeiras medalhas, 11 no total, pela manhã, sendo 7 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze. Com mais um ouro no judô os catarinenses fecharam a manhã de quarta-feira com um total de 12 medalhas. Mas com as competições da natação o número, no final da noite, deve subir.

O destaque do primeiro dia foi  Emanuelli Keila Remoaldo, 17 anos, do Colégio Industrial, de Lages, que obteve duas medalhas de ouro. A primeira no arremesso do peso F35 e a segunda nos 100 metros T35. Todas na categoria deficiente físico (DF)

Até aí nada de anormal, já que atleta, que tem atrofia nas duas pernas, é atual campeã brasileira nos 100 e 400 metros adulto. O detalhe é que atleta veio de uma lesão séria. Há cerca de 45 dias ela quebrou o osso do pé esquerdo (quinto metatarso) quando treinava para as Paralimpíadas Escolares e competiu no sacrifício.

Gabriel Erbetz (verde), da EEB João XXIII, de Maravilha, vence os 100 metros T13 (Foto: Antonio Prado/Fesporte)

“Eu quebrei o pé enquanto treinava para esta competição. Coloquei o pé em um buraco e sofri a lesão. Há 15 dias tirei o gesso, mas fiquei com medo de treinar e quebrar de novo. Fiquei esse tempo parada e só aqui fui competir. Graças a Deus deu tudo certo”, respirou aliviada.

Também foram destaques no atletismo os medalhistas de ouro Ian de Oliveira, da Escola Municipal Belizário Rodrigues, de Lages, nos 100 metros T35 DV (deficiente visual); Gabriel Erbetz, da Escola Estadual João XXIII, de Maravilha, nos 100 metros T13; Larissa de Souza, da Escola Municipal Belisária Rodrigues, de Lages, nos 100 metros T13 DV, Kauani Cantovisck, da Escola Municipal Fausta Rath, de Lages, nos 100 metros DV (deficiente visual)  e José Alexandre Martins da Costa, da Escola Municipal Quintino Bocaiúva, de Blumenau, medalha de ouro nos 100 metros T47 DF. 

No primeiro dia do atletismo também foram medalhistas: Igor Diogo Tamasia, da Escola Estadual Pedro Christiano Feddersen, de Blumenau, prata no lançamento do disco, categoria F7; Eduardo da Cruz, da Escola Estadual Marechal Olímpio Falconieri da Cunha, de Itajaí,  prata no lançamento do dardo e bronze nos 100 metros B11; e Matheus do Amaral, da Escola Municipal Presidente Médici, de Balneário Camboriú, medalha de prata nos  100 metros T47.

Igor Tamasia, da EEB Pedro Christiano Feddersen, de Blumenau: prata no lançamento do disco, categoria F7 (Foto: Antonio Prado/Fesporte

Ainda pela manhã, houve também medalha de ouro no judô com Rafael Garrido Silveira, do Instituto Estadual de Educação, de Florianópolis, categoria até 90 quilos para deficientes visuais (DV).

Estiveram em quadra no primeiro dia de competição também atletas da bocha paralímpica, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, goalball, judô e futebol de sete.

Organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), as Paralimpíadas Escolares são o maior evento escolar paralímpico do mundo. Em sua 11ª edição, 944 atletas competirão em dez modalidades. Pela primeira vez, a competição contará com esportistas que representarão todos os Estados brasileiros mais o Distrito Federal.  A delegação catarinense é gerenciada pelo Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte e conta com um grupo de 135 pessoas entre atletas técnicos e dirigentes. 

Texto: Antonio Prado

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A Fesporte distribuiu gratuitamente aos catarinenses que participantes das Paralimpíadas Escolares, em São Paulo, uniformes oficiais para a competição.

Os 135 participantes da delegação, entre atletas, treinadores e dirigentes, receberam um kit contendo calção, blusa de passeio e agasalho, todos com a logomarca do Governo de Santa Catarina, que gerencia a delegação por intermédio da Fesporte.

A partir desta quarta-feira, 22, até sábado, 25, os catarinenses brigarão por medalhas no atletismo, bocha paralímpica, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, goalball, judô e futebol de sete.

            Assista como foi a entrega e veja a expectativa dos atletas para a competição

Uma noite de festa e confraternização encheram a atmosfera do Pavilhão Oeste do Anhembi, em São Paulo, na noite desta terça-feira, 21, para celebrar a abertura oficial das Paralimpíadas Escolares. O time Santa Catarina, formado por 135 pessoas entre atletas técnicos e dirigentes, era um dos mais animados. Durante toda a cerimônia rivalizou com São Paulo entre as torcidas mais empolgadas.

Assista a empolgação do Time SC

O atleta deficiente visual Pablo Bruno Ciriaco, do judô, que participa das Escolares desde 2012, foi a atração musical.

O ponto alto da cerimônia foi o acendimento da pira dos Jogos pelo mascote da competição, Tom. Outro momento bastante aplaudido pelos catarinenses foi a entrada da bandeira do estado no recinto conduzida por Andréia Visnheski, da natação da Escola Estadual  Osvaldo Reis, de Brusque.

 A partir desta quarta-feira, 22, até sábado, 25, os catarinenses brigarão por medalhas no atletismo, bocha paralímpica, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, goalball, judô e futebol de sete.

          Ademar Silva, chefe da delegação de SC fala da expectativa dos catarinenses na competição em São Paulo

Organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), as Paralimpíadas Escolares são o maior evento escolar paralímpico do mundo. Em sua 11ª edição, 944 atletas competirão em dez modalidades. Pela primeira vez, a competição contará com esportistas que representarão todos os Estados brasileiros mais o Distrito Federal. Outra novidade é a inclusão do basquete em cadeira de rodas e futebol de 5 no cronograma.

A delegação catarinense será gerenciada pelo Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte.

Texto: Antonio Prado

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Delegação de Santa Catarina já está completa em São Paulo para as disputas das Palimpíadas Escolares que começam nesta quarta-feira, 22. A expectativa é grande entre dirigentes e atletas para uma boa participação do estado na competição. A segunda, 20, e a terça-feira, 21, foram dias dos catarinenses realizarem credenciamento e a classificação funcional, o exame que comprova o grau de deficiência de cada participante em sua modalidade.

Segundo Ademar Silva, gerente de participação da Fesporte e chefe d delegação catarinense, a expectativa é que o estado fique entre os três  primeiros colocados da competição. “Santa Catarina, sempre quando vem para as Paralimpíadas Escolares vem para vencer e este ano não é diferente. Ano passado fomos vices-campeões. Somos a terceira maior delegação e já tivemos o gostinho de ser campeão geral, em 2014 e buscaremos repetir esse feito” , destacou o dirigente.

A delegação catarinense é composta por 130 pessoas entre técnicos, dirigentes e atletas. As competições começam nesta quarta-feira e prosseguem até sábado com as modalidades de atletismo, bocha paralímpica, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, goalball, judô e futebol de sete.

Promovida pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, a competição reúne cerca de 1000 atletas de todo o Brasil com idade entre 12 a 17 anos. As provas serão realizadas no CT Paralímpico, na Rodovia dos Imigrantes, na capital paulista.

A delegação catarinense será gerenciada pelo Governo de Santa Catarina, por intermédio da Fesporte.

Texto: Antonio Prado

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