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Estado investe R$ 2,7 mi em projetos esportivos municipais

O Estado investiu mais de R$ 2,7 milhões em projetos esportivos propostos por municípios catarinenses em 2020. Os investimentos, operacionalizados pela Fesporte, foram feitos com recursos descentralizados da fonte do Fundo Social do Governo do Estado.

Os primeiros repasses de convênios firmados aconteceram em abril de 2020. Desde então, foram 14 projetos que contemplaram municípios de pequeno a grande porte, visando a melhorias de estrutura em instalações esportivas, aquisição de veículos e de equipamentos para prática de esportes e atividades físicas, entre outros.

“Mesmo com boa parte deste período de pandemia sendo cumprida com trabalho remoto, a Fesporte tem cumprido com todas as ações e obrigações que lhe cabe, atendendo a todas as demandas administrativas, dentre elas a conclusão dos convênios, que certamente oportunizarão os municípios a desenvolver ainda mais seus projetos esportivos”, disse o presidente da Fesporte, Rui Godinho da Mota.

Outros projetos estão tramitando e aguardando a conclusão para repasse ainda este ano. A quantidade de convênios e os valores deverão ser brevemente divulgados pela Diretoria de Administração (Dide) da Fesporte.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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Fesporte calcula 6,8 mi para recuperar instalações esportivas

A Fesporte calcula um custo aproximado a R$ 6,8 mi para a recuperação de instalações esportivas atingidas pelo ciclone-bomba que atingiu o estado no último dia 30 de junho. O Programa de Inventariação Esportiva desenvolvido pela Fesporte desde 2019 e lançado no início de 2020 contribuiu para que fosse realizado um estudo rápido sobre o impacto causado pelo fenômeno às praças esportivas em todo o estado catarinense.

O estudo apontou que 162 instalações esportivas, em 74 municípios catarinenses, foram afetadas. Dentre elas, 62% são estaduais, 32% municipais e 6% privadas. O total também corresponde a 68% pertencentes a instituições escolares (62% estaduais e 6% municipais), e 32% não pertencem a escolas.

A maioria das instalações afetadas apresentou danos gerais de grande proporção: foram 56%, além de 26% de danos moderados, 16% pequenos e 2% muito pequenos. Dos que contaram com estragos na cobertura, 40% grandes, 39% moderados, 13% pequenos e 3% muito pequenos.

Do total de investimento para a recuperação, R$ 1,8 milhão são instalações pertencentes a escolas estaduais, e R$ 818 mil de escolas municipais. Já os espaços esportivos que não pertencem a escolas, o custo é de R$ 3,7 milhões em patrimônios municipais e R$ 390 mil em propriedades privadas.

Por meio do sistema de inventariação os municípios cadastram as praças esportivas instaladas e suas condições. Com isso, o projeto permitiu que houvesse uma resposta em curto prazo para que se encaminhasse ao Governo do Estado um relatório acerca das ações necessárias e do investimento correspondente. 

O projeto de Inventariação de Instalações Esportivas já cadastrou 140 unidades de todo o estado com necessidades de reparos, conforme disponível na internet (acesse aqui). Todo o mapeamento de espaços esportivos do Projeto de Inventariação permite à Fesporte ter conhecimento da localização de cada praça esportiva, o tipo e as condições, facilitando o trabalho de vistoria para realização de eventos. 

 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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CPB oferece curso on-line de árbitro de para-atletismo

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) está oferecendo curso de árbitro de atletismo paradesportivo para as regiões Sul e Sudeste. As aulas acontecem gratuitamente nos dias 8, 15 e 22 de agosto, das 14h às 18h. As inscrições estarão abertas até o dia 5 de agosto (acesse aqui para inscrever-se).

O curso acontece no mesmo formado do de natação, lançado juntamente ao de atletismo. Para participar é necessário atender a alguns requisitos: residir num dos estados da região Sul ou Sudeste (ES, MG, PR, RJ, RS, SC e SP), já ser árbitro de atletismo e ter concluído curso "Movimento Paralímpico: Fundamentos Básicos do Esporte", que está disponível na internet (acesse aqui).

Fonte: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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Godinho prevê realização de eventos em outubro

O presidente da Fesporte, Rui Godinho da Mota, anunciou, na última quinta-feira (16), a projeção de realizar cinco dos grandes eventos promovidos pela instituição. Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc), Joguinhos Abertos, Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc), Moleque Bom de Bola e Noite de Gala do Festival Escolar Dança Catarina são os eventos previstos no calendário alternativo para 2020, diante da crise sanitária gerada pela pandemia de covid-19.

“Grande parte das disputas são escolares, por isso, elas também são prejudicadas pelo não retorno das aulas em Santa Catarina. E como já passamos da metade do ano, não teríamos mais condições de fazer todas as suas etapas. Então, encaminhamos ao Conselho Estadual de Esporte a possibilidade de disputa de cinco dos grandes eventos. Possivelmente, vamos abrir as inscrições a partir do mês de agosto, para a realização das fases microrregionais e regionais em setembro e, a partir de outubro, as etapas estaduais”, explicou o gestor. Em relação aos Jasc, Joguinhos e Olesc, por serem poliesportivos, a ideia é realizá-los por modalidade, estendendo-se de outubro a dezembro. 

O presidente observa que levará algum tempo ainda até o enfraquecimento da pandemia, por isso não seria prudente fazer as competições estaduais antes de outubro. “Temos que ser cuidadosos, para que não sejamos displicentes com as pessoas que não tiveram os devidos cuidados. Queremos, sim, que o esporte catarinense continue, queremos manter todos em atividade e vamos lutar para fazer esses eventos, nem que tenhamos que comprar testes para os atletas. A ideia é realizá-los em locais que consigamos controlar a questão do alojamento, alimentação e deslocamento, para que não tenha dispersão de pessoas, e que as competições durem o menor tempo possível”, disse Godinho, destacando que tudo depende ainda do Governo.

Rui lembra ainda que em decorrência da pandemia, não estão sendo feitos e repasses, o que implica em mudança de formato da Fesporte neste ano. Além disso, já existem solicitações para que cidades possam voltar a ser sede em 2021, considerando a ausência de público nas competições. “Por conta desse cenário, também iremos viabilizar as transmissões ao vivo para o público e tentar ajustar o horário dos jogos a períodos em que todos possam acompanhar esses eventos. Nosso objetivo é trazer as pessoas para mais perto do esporte e manter essa chama acesa”, completou.

O presidente salienta que, desde o primeiro decreto, no dia 18 de março, a Fesporte vem estudando calendário e mudanças na formatação de competições e na estrutura de eventos para tentar realizar o que for possível neste ano, diminuindo ao máximo o prejuízo para o esporte catarinense. Em maio, foi então apresentado ao governador Carlos Moisés três propostas de calendário, considerando possibilidade de retorno em julho, outro em agosto, e o terceiro em setembro. 

A Fesporte contou com a colaboração de federações e outras instituições esportivas para a elaboração dos calendários. O prazo ainda está dentro das previsões da Fesporte, e Rui Godinho vê com bastante otimismo a volta dos eventos da Fesporte.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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Revelada em eventos da Fesporte, Mari busca olimpíada

A ginasta joinvilense, Mariany Miyamoto, 19 anos, já está em Portugal com a seleção brasileira de ginástica rítmica participando de uma série de treinamentos com a equipe de conjunto visando a uma vaga na Olimpíada de Tóquio, programadas para 2021. Mari foi revelada nos eventos da Fesporte, sendo campeã e destaque em todas as competições que participou: Olesc, Joguinhos, Jasc e Jesc.

Mariany foi eleita pelos jornalistas que cobriram os Jasc em 2018 a melhor atleta da competição. “Para a família Fesporte é uma alegria muito grande ver uma atleta que nasceu dentro de nossas competições e chegar ao topo entre as melhores do Brasil, com várias medalhas de ouro em competições internacionais”, destaca Rui Godinho, Presidente da Fesporte. 

Mari busca trilhar caminhos de outras ginastas catarinenses que começaram nos eventos da Fesporte e posteriormente defenderam o Brasil em olimpíada como Luisa Matuso, de Florianópolis, e Jéssica Maier, de Timbó.

Texto: Antonio Prado

Confira a entrevista que Mari deu ao blog Memória Esportiva de Santa Catarina, nos Jasc 2018 em que conta sua carreira 

 

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Vanderlei Cordeiro de Lima fala sobre o esporte de SC

Neste vídeo durante os Jogos Escolares da Juventude para estudantes de 15 a 17 anos em novembro de 2015 em João Pessoa, na Paraíba, o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima diz o que pensa sobre o esporte escolar de Santa Catarina. Vaderlei é bicampeão da maratona dos Jogos Pan-Americanos (Ouro em Santo Domingo 2003 e Winnipeg 1999), bronze nas Olimpíadas de Atenas, 2004, e  o único latino-americano outorgado com a Medalha Pierre de Coubertin, a maior condecoração de cunho humanitário-esportivo concedida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

V

Nas olimpíadas de Atenas, em 2004, na altura do km 35, a pouco mais de sete quilômetros da chegada no estádio Panathinaiko, quando ainda tinha cerca de 25 a 30s de diferença – cerca de 150 m – sobre os demais corredores e a medalha de ouro parecia eventualmente ganha, Vanderlei foi atacado no meio da rua por um espectador, o ex-padre irlandês Cornelius Horan, que o jogou fora da pista.

 Ajudado por um espectador grego, Polyvios Kossivas, a se desvencilhar do agressor, voltou à prova ainda na liderança, mantendo ainda a metade da vantagem que tinha. Entretanto, o inesperado e o susto da agressão sofrida tiraram a concentração do atleta que não conseguiu manter o mesmo ritmo em que corria, sendo ultrapassado nos quilômetros finais pelo italiano Baldini e pelo norte-americano Meb Keflezighi, mas mesmo assim conseguindo ficar com a medalha de bronze, apenas 15s na frente do quarto colocado, Jon Brown, da Grã-Bretanha.

A maratona olímpica de Atenas tinha entre seus competidores alguns dos maiores nomes da história desta prova, além de Tergat, então recordista mundial. Também participavam dela Erick Wainaina, bronze em Atlanta 1996 e prata em Sydney 2000 na mesma prova, o sul-coreano Lee Bong-Ju, prata em Atlanta 1996 e o campeão europeu Stefano Baldini, da Itália. Mesmo com esta concorrência, a partir de pouco antes da metade do percurso Vanderlei abriu do pelotão e correu sozinho, liderando a disputa por mais de uma hora e abrindo cada vez mais vantagem sobre os demais corredores.

Durante o encerramento dos Jogos, foi anunciado que por seu feito, seu espírito esportivo em continuar na disputa mesmo sendo atacado e a humildade demonstrada após a prova, Vanderlei seria agraciado com a Medalha Pierre de Coubertin, concedida pelo COI para a atletas que valorizam a competição olímpica mais do que a vitória e que é considerada uma honra elevadíssima atribuída pela entidade. Ela lhe foi entregue no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2004, numa cerimônia oficial em sua homenagem com a presença de seu benfeitor grego, Polyvios Kossivas. Na mesma cerimônia, ele também foi escolhido como "Atleta Brasileiro do Ano de 2004".

 

 

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CPB realizará curso on-line de árbitro de para-natação

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CBP) realizará curso de natação paradesportiva on-line para as regiões Sul e Sudeste. Com limite total de 100 vagas para os sete estados de ambas as regiões, o curso acontece em três sábados do mês de agosto (dias 8, 15 e 22). O formulário de inscrição (acesse aqui) já está disponível na Internet, com o prazo até o dia 5 de agosto.

Para participar do curso, há duas exigências feitas pela CPB. A primeira é já possuir curso de árbitro de natação. A outra é ter concluído curso Movimento Paralímpico: Fundamentos Básicos do Esporte, que está disponível na internet (clique aqui para acessar). O curso funciona em formato educação a distância (EaD) e é totalmente gratuito.

Além das aulas, que acontecem aos sábados, das 9h às 13h, estão previstas mais quatro horas de aula presencial, que servirá de tira-dúvidas, e aula prática. Esta etapa, porém, ainda não tem data definida, uma vez que ela acontece nos eventos paradesportivos estaduais, conforme o calendário de cada estado. Em Santa Catarina, por exemplo, deverá acontecer na próxima edição dos Jogos Escolares Paradesportivos de Santa Catarina (Parajesc) ou dos Jogos Abertos Paradesportivos (Parajasc), de acordo com o calendário da Fesporte.

A presidente da Associação de Árbitros de Natação de Santa Catarina, Maria Cristina Ferreira Santos, explica que são pré-requisitos para fazer a inscrição ter o curso de arbitragem da natação convencional e fazer o curso EAD, disponível no site do CPB, Movimento Paralímpico, fundamentos básicos do esporte. “As regras da  natação convencional aplicam-se a todos os competidores de uma determinada competição igualmente, já no paradesporto, as regras variam conforme deficiência e classificação de cada nadador. É bem mais complexo”, disse ela.

O curso, promovido pelo CPB, tem parceria das federações e órgão de gestão esportiva de cada estado do Sul e Sudeste (ES, MG, PR, RJ, RS, SC e SP). Em Santa Catarina, o curso conta com a parceria da Fesporte, da Federação Aquática de Santa Catarina (Fasc) e da Associação de Árbitros de Natação de Santa Catarina (AANSC). 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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O dia em que a Globo se rendeu ao talento de Anny Bassi

A história de superação de Anny de Bassi é tão incrível que o Globo Esporte nacional, da Rede Globo, "esqueceu" da vencedora da prova dos 200 metros dos Jogos Escolares da Juventude, 15 a 17 anos, em João Pessoa, Paraíba,  em 2015, para dar destaque à atleta catarinense, que competiu pelo Colégio de Aplicação da Univali. Na época ela tinha 17 anos.

Em 2015, nos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) em Joaçaba, Herval d'Oeste e Luzerna, Anny entrou para a história como a primeira deficiente a vencer a prova dos 100 metros competindo com atletas "normais". Bateu na ocasião a recordista da prova Tamires de Liz, de Joinville, e se tornou a atleta mais rápida da competição. 

Especialista nos 100 e nos 200 metros rasos, Anny é tetracampeã e recordista dos Jasc, campeã sul-americana no 4x100m, campeã brasileira universitária,  campeã do Gran Prix Estrella  Puente, 2019, campeã estadual adulta e sub-23 nos 100m (recordista) e nos 200m está entre as pré-convocadas para a Olimpíadas de Tókio.

  A carreira

A  carreira de Anny Caroline de Bassi  no atletismo  começou em 2012, em Balneário Camboriú, terra natal da atleta. Foi naquele ano que ela resolveu praticar o atletismo por incentivo da professora de educação física.

Mas para prosseguir na carreira Anny teve que passar por muitos obstáculos. Nascida com uma deficiência chamada Síndrome de Poland, que lhe atrofiou o músculo peitoral e do braço direito (este mais curto e mais fino) fazendo com que tenha apenas um dedo na mão direita, Anny diz que o atletismo salvou sua vida.

Abaixo vídeo da reportagem do Globo Esporte

“Antes de conhecer o esporte me sentia inferior. Ficava incomodada de ver as pessoas me olhando, vendo minha deficiência. Chegava em casa e só chorava, não gostava muito de falar com as pessoas. Depois de 2012, quando entrei para o atletismo, comecei a ganhar as provas dos Jogos Escolares de Balneário Camboriú e vi que podia ser uma pessoa vencedora. E venci.

Peso de porta como apoio na pista

Outro fato peculiar na vida de Anny é a forma que encontrou para competir em igualdade de condições. Antes, por ter um braço mais curto, tinha dificuldade na largada. “Saía desequilibrada do bloco, levava desvantagem e nunca atingia a casa dos 12 segundos. Foi quando tive uma ideia: trouxe para as provas um pequeno bloco de aço que uso como peso de porta do meu quarto. Na hora da largada, ao invés de me apoiar na pista, apoio-me no bloco e largo em condições de igualdade com as outras atletas”, explicou.

A partir da ideia, segundo Anny, ela começou a baixar o tempo, tendo como maior marca 12s34, nada mal para quem começou a carreira marcando 15s51. Por fim, a alegria e o orgulho de Anny ao exibir a medalha de ouro no pódio da 14ª edição da Olesc, em Cricíuma, em 2012, foi a concretização de um sonho. O sonho de que nem uma deficiência física foi capaz de lhe impedir de ser, como sempre quis, a atleta mais rápida da competição.

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

 

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Decreto volta a suspender competições para conter Covid

Decreto 719, assinado pelo governador nesta segunda (13), suspende por duas semanas eventos da Fesporte e de iniciativa privada. 

O Governador do Estado, Carlos Moisés, publicou, na última segunda-feira (13), o Decreto nº 719, alterando os artigos 8º e 11 do Decreto nº 562, de 17 de abril, que declara estado de calamidade pública em todo o território catarinense, em decorrência do avanço pandêmico da Covid-19.

O artigo 8º, em seu inciso III, no Decreto 562, mantinha suspensos, até o dia 5 de julho, os eventos do calendário da Fesporte bem como o acesso público a eventos da iniciativa privada, passa a proibir pelos próximos 14 dias, a contar da data de publicação, a realização de eventos e competições esportivas organizados pela Fesporte, bem como os da iniciativa privada.

Pelo mesmo prazo, no inciso IV, ficam também suspensas atividades em cinemas, teatros, casas noturnas, museus, entre outros.

Confira a publicação no Diário Oficial do Estado

Segundo o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, quatorze dias é o tempo de maturação dessas medidas. "A cada dia avaliaremos o impacto disso. Este decreto também faz parte deste compartilhamento de decisões com os prefeitos. Algumas regiões estão mais impactadas do que outras, mas, de uma forma geral, o Estado precisou fazer essa intervenção para trazer um regramento, mas mantemos o contato diário com os municípios para ver o que cada região pode fazer ainda mais”, destacou. 

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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Amandinha: 'Parabéns Fesporte!'

Finalizamos a semana de comemorações pelos 27 anos da Fesporte, completados dia 6 de julho, com a Amandinha, eleita seis vezes a melhor atleta de futsal do mundo. Campeã mundial e da libertadores com Leoas da Serra, de Lages, finalizamos assim esta semana muito festiva para todos que fazem a Fesporte uma grande instituição.

 

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Em vídeo, Pecos fala da criação da Fesporte em 1993 - Parte 2

Veja a segunda e última parte do vídeo - Ao completar 27 anos de fundação da Fesporte o esportista Adalir Pecos Borsatti lembra em vídeo como criou a entidade em 1993. As primeiras reuniões, a estrutura, a primeira logomarca, enfim, confira a primeira parte de uma entrevista inédita com todas as nuances da criação da Fesporte.  Natural de Presidente Castelo Branco, Pecos, aos 71 anos, foi o primeiro presidente da entidade, em 1993, e também no período de 2011 a 2013. Como atleta praticou vôlei, atletismo, handebol, basquete, punhobol e paddel. Confira a entrevista. Ela está imperdível.

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Fesporte: eventos, números e consolidação da marca

FESPORTE 27 ANOS - PARTE 5

A abrangência dos programas esportivos promovidos pelo Estado, os resultados obtidos por atletas e equipes do esporte amador catarinense em competições nacionais e internacionais, sobretudo nas áreas de rendimento, escolar e paradesporto, são reflexos que se fortaleceram a partir da criação da Fesporte e da estruturação do Sistema Desportivo Catarinense. Neste último capítulo da história da Fesporte, os eventos, o novo logo, alteração no nome e o compromisso esportivo mais abrangente. 

A Fesporte nasceu vinculada à Secretaria de Educação. Em 2004, passou a vincular-se à Secretaria de Organização do Lazer, chamada posteriormente de Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte. Atualmente seu vínculo está diretamente ao Gabinete do Governador do Estado.

Os programas e eventos

Quando a gestão esportiva de Santa Catarina estava se fazia pela Coordenadoria de Desportos (COD), da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, e posteriormente pela Diretoria de Desportos (Dide), da Secretaria de Educação, o Estado já contava com importantes programas esportivos, como os Jogos Abertos de Santa Catarina (o primeiro e maior programa poliesportivo do estado), Jogos Escolares de Santa Catarina, Joguinhos Abertos de Santa Catarina, Campeonato Catarinense Escolar de Futebol (Moleque Bom de Bola), Prêmio Recriar de Criatividade no Lazer e Travessia da Lagoa da Conceição.

Mas foi a partir do surgimento da Fesporte que o esporte catarinense ganhou impulso e os programas atingiram maior abrangência de atendimento. Foram criados eventos como o Festival de Dança Mário de Andrade, hoje denominado Festival Escolar Dança Catarina, criado em 1999; a Olimpíada Estudantil Catarinense, criada em 2001; Jogos Abertos Paradesportivos de SC (Parajasc), primeiro evento poliesportivo para deficientes no país, criado em 2005; os Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti), em 2007; os Jogos Escolares Paradesportivos de SC (Parajesc), em 2010; e os mais recentes, Jogos de Integração dos Servidores Estaduais de SC (Jisc), em 2019; Corrida da Ponte (2020) e Jogos de Verão (2020).

Criados em 2005, Parajasc refletem o pioneirismo catarinense no paradesporto                                              Foto: Heron Queiroz

Além desses, outros importantes eventos fizeram parte do calendário da Fesporte, como o Fórum Internacional de Esporte, Maratona Internacional de Santa Catarina, Jogos da Juventude Indígena e Amigos na Bola e na Escola. Também desenvolveu programas em parceria com o Ministério dos Esportes, como o Pintando a Liberdade, realizado em presídios do Estado, com a produção de materiais esportivos pelos detentos; o Projeto Navegar, com aulas de remo, canoagem e vela para alunos de escolas públicas; e o Projeto Segundo Tempo, que promovia a prática de esportes no contraturno escolar.

Cada três dias trabalhados por detentos na produção de materiais diminuía um na pena Foto Felipe Carneiro 

Além de seus eventos próprios, a Fesporte também estabelece parceria com eventos organizados por outras instituições, como a Olimpíada das Apaes, juntamente à Federação das Apaes de SC; o Circuito de Maratonas Aquáticas, à Federação Aquática de Santa Catarina (FASC); e os Jogos Universitários Catarinenses (JUCs), em parceria com a Federação Catarinense de Desporto Universitário FCDU).

Há ainda os eventos poliesportivos nacionais, para cujas participações a delegação catarinense tem a total promoção da Fesporte, como os Jogos Escolares da Juventude, nas faixas etárias de 12 a 14 e de 15 a 17 anos, e as Paralimpíadas Escolares, voltado a deficientes físicos, intelectuais e visuais. Em todos os representantes catarinenses estão entre os principais do país.

As mudanças no nome e no logotipo

Bandeira da Fesporte estampando a primeira marca (1993 a 2011), com o nome original, que sofreu alteração de desportos para esporte em 2008    Fofo: Divulgação

Algumas mudanças também aconteceram na Fesporte. Com a reforma administrativa de 2007, ocorre a alteração do nome da instituição, especificamente da palavra “desportos” para “esporte”: passando a Fundação Catarinense de Esporte, porém mantendo a mesma sigla (Fesporte). Em 2010, em comemoração aos 18 anos da Fesporte, Adalir Pecos Borsatti promove um novo logotipo da instituição.

As honrarias

Honrarias também são anualmente entregues pela Fesporte. O Troféu Gustavo Kuerten de Excelência no Esporte, que passou a ser promovido pela Fesporte, quando pela Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte foi extinta, no início de 2019; e o Medalha Radialista Rodolfo Sestrem, prêmio dado ao melhor atleta e ao destaque de cada dos Jasc. Ambos os atos agruparam-se num único evento, organizado pela Fesporte, chamado Excelência Esportiva SC, em que se agregam também a Comenda do Mérito Esportivo, entregue pelo Conselho Estadual de Esporte, e a Medalha Marcílio César Remos Krieger, pelo Tribunal de Justiça Desportiva de SC.

Rui Godinho, atual presidente da Fesporte, na abertura da 1ª edição do Excelência Esportiva 2019, que congrega honrarias do Sistema Esportivo Foto: Heron Queiroz 

Os números atuais

Atualmente calcula-se que a Fesporte mobilize perto de 300 mil atletas. No mínimo, 272 municípios catarinenses estão envolvidos em pelo menos um dos eventos anuais promovidos pela instituição, os quais somam hoje 265. Estima-se que, desde 1993, tenham passado pelos mais de 10 milhões de atletas. Dentre eles, nomes que se destacaram ou se destacam no cenário brasileiro e no mundial, como Fernando Scherer, Gustavo Kuerten, Rosamaria, Marquinhos Santos, André Santos, Felipe Luís, Eduardo Costa, Carlos Shwanke, Natália Zílio, Marcia Narlok, Sérgio Galdino, Darlan Romani, entre tantos outros.

Em seus primeiros anos, a Fesporte já aparecia como um dos principais órgãos do Estado em mídia espontânea. Com os recursos da modernidade, como site e redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) contabilizam-se cerca de 30 milhões de acessos, sendo só no site oficial cerca de 900 mil anuais. A mídia espontânea dá um retorno ao Estado mensurado em R$ 70 milhões. Para os municípios que sediam os eventos estaduais, ocorre um incremento de arrecadação que varia de R$ 5 milhões a R$ 15 milhões, o que pode totalizar quase R$ 100 milhões ao ano.

Confira a entrevista com Adalir Pecos Borsatti, criador da esporte

                               Parte 1

                         

                             Parte 2

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

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