Sábado, 26 Agosto 2017 20:37

Sexto jogador motiva IEE à vitória no basquete dos Jesc Destaque

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Renan e Ricardo Jacobi, filho e pai juntos jogando e torcendo com paixão Renan e Ricardo Jacobi, filho e pai juntos jogando e torcendo com paixão Foto: Heron Queiroz/Fesporte

A regra do basquetebol determina cinco jogadores por equipe em quadra, mas fora dela o torcedor também pode vestir a camisa e empurrar o time à vitória. E se depender de Ricardo Jacobi, o Instituto Estadual de Educação (IEE) tem um bom motivador para atingir as vitórias nestes Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc).  Coincidência ou não, o IEE começou perdendo para o Colégio Bom Jesus, de Jaraguá do Sul, por 5 a 0, e quando Jacobi chegou, já estava 11 a 3 para o time do Norte do estado, e parecia que abriria mais o placar. Mas foi com os gritos de “Vamo, vamo, Adiee”, que o adversário parou nos 11, e o time da Capital iniciou a reação e virou o jogo para 15 a 11. A partir disso, tomou conta do jogo e só foi abrindo vantagem, sempre com o incentivo de Jacobi, chamando cada um dos jogadores pelo nome, motivando-os diretamente, sozinho, mas com muito mais vibração do que os torcedores da equipe adversária.

Representante comercial, 53 anos, e ex-piloto bicampeão paulista de motocross, Ricardo Jacobi é pai do jogador Renan, de 12 anos, integrante da equipe, que treina basquete há cinco anos na Associação Desportiva do Instituto Estadual de Educação (Adiee). Além de Renan, a irmã gêmea, Ana Clara, também treina basquete. Nascido em Porto Alegre, tendo vivido, 22 anos em São Paulo e outros 22 em Florianópolis, ele explica que sempre gostou de esporte, mas que a escolha pela modalidade foi dos próprios filhos, que assistiam aos jogos e treinos de basquetebol na escola. O convívio o fez conhecer todos os jogadores e torcer gritando o nome de cada um deles das arquibancadas todas as vezes que fazem uma boa jogada ou, principalmente, cesta.

“É gratificante! É muito amor! É muito melhor que estar nas ruas praticando besteiras. Além disso, o basquete exige muita disciplina”, disse emocionado Jacobi.

Renan acredita que o incentivo do pai ajudou muito na vitória, cujo placar fechou em 44 a 28. “É muito motivador ouvir meu pai torcendo sem parar na arquibancada”, comentou ele, recebendo em seguida o beijo paterno.

 

Texto: Heron Queiroz

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