Prado

Ela foi um dos destaques do primeiro dia do atletismo, no segmentos de deficiências intelectual (DI), dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina,  os Parajasc, na pista municipal de Caçador, dia 15 de outubro de 2019.  O choro da atleta Priscila Manoela Becker, de 20 anos, da cidade de São Bento do Sul emocionou a todos. Ela foi primeira colocada na prova de 100 metros rasos para portadores de Síndrome de Down. Chorando, ela dedicou a medalha à mãe, Solange. A princípio uma homenagem comum, até que o técnico Luís Cláudio Ramalho esclareceu que a mãe havia falecido.

“Eu estou feliz. O meu pai está orgulhoso e muito feliz. Ofereço a medalha à minha mãe, porque eu amo muito ela, demais!”, disse Priscila. “A emoção é pelo fato de elas estarem treinando, se dedicando. Vale todo o sacrifício. Contagia todo mundo. Isso não tem preço que pague”, destacou Ramalho.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

O presidente da Fesporte, Rui Godinho, esteve nesta semana, em Jaraguá do Sul, conversando com dirigentes municipais locais e confirmou a realização da etapa estadual dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) 2021 para o município do norte catarinense. A decisão foi em caráter excepcional, já que por conta da pandemia da Covid-19, a edição dos Jasc 2020, programada para o final do ano, em Jaraguá, foi prejudicada. 

Assim, diante das incertezas devido a pandemia elaborou-se uma edição de Jasc 2020 mais alternativa, com menos modalidades, sem público, com ajustes de horários, jogos com transmissão ao vivo e com todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. “Nosso objetivo é trazer as pessoas para mais perto do esporte e manter essa chama acesa”, destaca Rui.

Entretanto, a realização da etapa estadual dos Jasc 2020 ainda dependerá da autorização do Governo Estadual e do aval das autoridades sanitárias. E foi justamente diante desta excepcionalidade que os dirigentes jaraguenses solicitaram à Fesporte, por meio de oficio, o pedido para que o município sediasse o evento em 2021.

Na reunião em Jaraguá do Sul Rui Godinho informou que para a edição do ano que vem o governo estadual, por meio da Fesporte, construirá um estande de tiro olímpico, no valor de R$ 800 mil por meio de repasse via emenda parlamentar.

 

 

 

Nesta segunda-feira, 27, é dia de relembrar o maior momento da 28ª edição do Campeonato Catarinense Escolar de Futebol, o Moleque Bom de Bola, em Antônio Carlos. Naquele domingo, dia 3 de novembro, a escola Lourdes Lago, de Chapecó, e o Colégio Incentivo, de Biguaçu, ficaram com os títulos feminino e masculino, respectivamente.

Naquela ocasião não era a primeira vez que as duas equipes subiam ao primeiro lugar do pódio na mesma edição.Em 2016, em São Ludgero, as duas equipes também levantaram o caneco, mas, coincidentemente, de lá para cá, nenhuma delas havia conquistado título.

A final feminina foi uma reedição daquela final de 2016, com as duas equipes do Oeste. Seria a chance de a Escola Vidal Ramos Júnior, de Concórdia, conquistar o tricampeonato e dar o troco na forte adversária, a Escola Lourdes Lago. O time concordiense criou oportunidades, mas o ataque parava nas mãos da boa goleira Leilane. O empate sem gols levou a decisão para os pênaltis, que resultou em 5 a 4 para as meninas do “Lurdão”, que levaram o título para Chapecó.

No masculino, os garotos do Colégio Incentivo chegaram ao terceiro título da competição, de um total de seis finais. Tiveram pela frente um adversário duro, surpresa da competição, a Escola Alice da Silva Gomes, de São João Batista, que pela primeira vez chegou a uma etapa estadual do Moleque Bom de Bola, e fez bonito, chegando à final. O jogo estava empatado em 1 a 1. Quando tudo parecia levar a mais uma disputa por pênaltis, mas o Incentivo mostrou superioridade e venceu a partida por 3 a 1.

Cerca de 600 atletas de 32 escolas (16 de cada gênero) estiveram em Antônio Carlos, desde o dia 30 de outubro, para o Moleque Bom de Bola. O evento foi promovido pelo Governo de Santa Catarina – @governosc – por intermédio da Fesporte, em parceria com o Município de Antônio Carlos.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

A sexta-feira 13 é, para muitas pessoas, o dia do azar.  Mas foi neste dia que a ginasta Ana Luíza Francesci, de Joinville, se consagrou como a melhor atleta da ginástica rítmica da 19ª edição da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc), em Videira. Logo no primeiro dia de competição, na mesma sexta, Aninha, de apenas 11 anos, brilhou nos aparelhos mãos livres e corda. As apresentações somaram 43.950 pontos, impressionaram a arbitragem e garantiram à joinvilense a medalha de ouro no individual geral.

No dia seguinte, sábado, 14, já com o titulo de melhor ginasta, ela entrou novamente no tablado para disputar mais duas decisões no individual por aparelho. Na disputa do aparelho mãos livres foi ouro novamente e prata no aparelho corda. Perdeu o primeiro lugar para Natalia Metzner, de Blumenau.

Ao fazer uma avaliação do título do individual geral Ana Luíza Francesci foi enfática: “Foi uma honra muito grande (a conquista da medalha de ouro), pois foram horas e dias de treinamento, incluindo sábados e domingos. Isso é muito satisfatório, pois sei que todo o esforço valeu a pena”. 

Irmã de campeã

Irmã da também da ginasta supercampeã Luana Metzner, na qual se inspira, as palavras de Ana soam como um processo de mudança de patamar. Nada mal para uma atleta que na Olesc do ano passado nem se lembra em qual colocação ficou no individual geral. Recorda-se apenas que foi prata no aparelho mãos livres e bronze no individual por equipe.

Para a treinadora Vanessa Hagemann, a principal virtude de sua pupila é expressão corporal. “A Ana tem uma delicadeza corporal que encanta. Algumas árbitras estrangeiras dizem que ela tem um estilo europeu e isso, para o mundo da ginástica, tem um valor muito grande. Mas, além disso, ela é uma atleta dedicada nos treinos,  perfeccionista, sabe o que quer, tem atitude e um imenso talento”.

Por esse talento, entendem-se medalhas. Aninha diz que não sabe exatamente quantas conquistou na curta carreira, que iniciou com cinco anos de idade. “Acho que é de vinte e cinco a trinta medalhas”, chuta. Questionada sobre as cores das medalhas ela diz com segurança: “A maioria é de ouro”. Estes reconhecimentos vieram com títulos como estadual em 2017, quando foi campeã geral no pré-infantil, campeã sul-americana 2018, mesmo ano que foi campeã brasileira no aparelho corda.

Então. Alguém duvida de que essa pequena notável vá longe? 

Texto: Antonio Prado/Ascom Fesporte

Quinta-feira é dia de #TBT e a Fesporte relembra o feito do atleta Eduardo Malczevski, de Blumenau, que bateu o recorde dos 100m rasos da 19ª Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc), na tarde de sexta-feira, 13 de setembro de 2019 em Videira, primeiro dia de competições.

Eduardo completou a prova com o tempo de 10s81. Vindo de contusão na coxa direita, ele disse que não esperava fazer um tempo abaixo dos 11s. Na época ele estava treinando há um ano e meio para esse tipo de prova e já havia quebrado o recorde estadual na categoria, na última semana, antes da Olesc, em Jaraguá do Sul, com o tempo de 10s68.

A marca anterior, de 10s87, permanecia desde 2004. A prova ainda teve em segundo lugar Ryan Ottomeyer, de São José, com 10s95; e em terceiro, Arthur Ruckl, de Joinville, com 11s38.

Abaixo confira o vídeo com a performance de Eduardo

 

O medalhista olímpico de tiro, Felipe Wu, participa dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) desde 2009. Nesta rápida entrevista realizada nos Jasc 2018, em Caçador, ele fala de sua participação no evento. Felipe Wu estreou como atleta de Joinville sendo apenas o 18º na pistola a ar 10 metros. 

O primeiro titulo veio em 2011, também por Joinville, repetindo a dose em 2012. Depois foi campeão em 2013, 2014, 2015 e 2017. Em 2018, nos Jasc de Caçador, foi medalha de prata na prova de armas curtas, pois vindo de um mundial na Coreia, não teve tempo de disputar sua especialidade: a pistola a ar 10 metros.

Ele entrou para a história ao conquistar a medalha de prata nas olimpíadas Rio 2016. O Brasil não subia ao pódio na modalidade desde a olimpíada da Antuérpia, em 1920.

Confira abaixo o vídeo

 

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