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Secretários de governo visitam a CCO

Caçador - O secretário de Estado de educação Eduardo Deschamps e o da Infraestrutura Valdir Cobalchini estiveram durante toda esta quinta-feira (5), em Caçador, visitando escolas da região. Deschamps aproveitou o momento para conhecer o funcionamento de uma escola como alojamento para atletas e dirigentes que participam dos Jogos da Juventude Catarinesense, a Olesc. A instituição escolhida foi a Escola Estadual Irmão Léo, que aloja a delegação de Blumenau. Os dois secretários estaduais também visitaram os funcionários da Fesporte que compõem a comissão Central Organizadora (CCO) da Olesc.

Na Escola Irmão Léo os secretários viram detalhes da alimentação, preparação dos uniformes, a parte burocrática e cronograma dos jogos. Tudo foi mostrado pelo presidente da Fundação Municipal de Esporte de Blumenau Sérgio Galdino. Flamarion Dias, gerente de esportes de rendimento da Fesporte e coordenador da geral da Olesc, presenteou os visitantes com botons dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) e com o boletim da Olesc, explicando a eles as etapas que envolvem a competição.

Mais tarde, os secretários visitaram a CCO da Olesc e conheceram toda a parte organizacional e técnica do evento esportivo. Por fim, Deschamps e Cobalchini foram agraciados com uma medalha de ouro destinada aos atletas vencedores. A cerimônia de entrega foi conduzida por Flamarion Dias e Dárcio de Saules, coordenador técnico da Olesc. O evento é feito em parceria entre Fesporte, Prefeitura de Caçador e Secretaria Estadual de Educação, que sede suas escolas como locais de alojamentos para atletas e dirigentes.

“A Olesc é um evento muito importante porque, além de reforçar a importância do esporte na escola, é uma oportunidade para a integração entre as escolas das diversas regiões do Estado. Ela ajuda os alunos a terem uma formação mais cidadã”, disse o secretário Eduardo Deschamps

A Olesc, que iniciou dia 31 de agosto se encerra neste sábado (7) com as decisões do basquete e do futsal feminino e também do handebol e vôlei masculino, além do encerramento do judô. A competição envolve 3.400 atletas de 88 municípios.

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Antonio Prado

 

(48) 9696-3045

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Criciúma leva o penta no ciclismo

Caçador - As metas projetadas foram alcançadas e a equipe de ciclismo da Fundação Municipal de Esportes de Criciúma sagrou-se pentacampeã dos Jogos da Juventude Catarinense (Olesc).  Os ciclistas ergueram, na manhã desta terça-feira (3), pela quinta vez consecutiva o troféu geral da modalidade após cumprirem os últimos compromissos.

Na prova team relay, na qual quatro ciclistas revezam para cumpri-la, sendo dois meninos e duas meninas, Ligia Milanez Venturini, Mariana Pereira, Gustavo Pereira e Erick Bruske faturaram a medalha de ouro. Ligia é tricampeã da prova na modalidade nos Jogos da Juventude.

Também nesta terça, na prova do cross country, a equipe criciumense novamente fechou o pódio colocando o primeiro, segundo e o terceiro lugares. Erick Bruske, campeão brasileiro na prova, foi ouro, seguido de Vitor Gonçalves e Vinicius Woitke. O ciclista Gustavo Pereira chegou em sexto lugar, ajudando a somar pontos para equipe.

Para Bruske, entrar em uma competição já com o peso de ser favorito é muito difícil, mas ele afirma que colocou o foco para cumprir a prova e subir ao pódio. “Tive que surpreender novamente. Com certeza esta foi a pista mais dura das últimas quatro edições da Olesc, mas no final o resultado foi positivo mais uma vez”, comemorou Erick.

O técnico da equipe, Gustavo Freitas, o Maninho, agradeceu o empenho dos atletas. “Os Jogos foram um espetáculo para nós e conseguimos atingir nossos objetivos e ainda ultrapassá-los, afinal, conseguimos três pódios triplos”, destacou Freitas.

 

A equipe agora treinará para os Joguinhos Abertos de Santa Catarina, que ocorrem na primeira semana de outubro na cidade de Criciúma.

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Atletas brilham após mudar de prova e modalidade

Caçador - Bruno da Rosa Rita, 16 anos, de Criciúma, medalha de ouro nos 100 metros, o atleta mais rápido da competição. Natália Jonck, também 16 anos, de Joinville, campeã e recordista do salto com vara. O que os dois têm em comum, além de serem campeões da Olesc? Mudaram para vencer. Se o primeiro dia, o domingo (1), foi de frustração para os 1.960 atletas que disputam o atletismo dos Jogos da Juventude Catarinense, a Olesc, por conta da paralisação da modalidade devido as fortes chuvas que caíram em Caçador, a segunda-feira (2) foi de alegria com o reinício das competições. A pista Olímpica Municipal foi palco de 21 finais.

Finais que consagraram atletas como Bruno da Rosa Rita, 16 anos, de Criciúma, medalha de ouro nos 100 metros. Antes de ser campeão, Bruno participou de quatro Olesc, sempre na prova de salto em altura. E depois de não chegar onde queria, resolveu mudar. Natália foi mais radical: saiu da ginástica rítmica para o atletismo, especificamente, para o salto com vara.

No caso de Bruno, este ano, logo na primeira Olesc como atleta dos 100 metros, venceu. A medalha foi suada: cravou em primeiro lugar com 11s51, juntamente com Matheus Victorino, de Brusque. O desempate foi no foto finish: Bruno chegou com o peito à frente de seu adversário. “No salto em altura eu não conseguia evoluir. Agora sim, a realidade é outra. Essa vitória tem um sabor especial, principalmente porque é a primeira vez que participo desta prova”, dizia o campeão, rindo com a medalha de ouro no peito.

 Sorriso no rosto também era visto com facilidade na atleta Natália Jonck. Depois de saltar 3m15 e garantir o primeiro lugar com o recorde da prova, ela explicou o motivo da mudança de modalidade. “Já vinha de três Olesc como atleta da ginástica rítmica e apesar dos resultados não serem ruins, percebia que eu não teria um bom futuro na modalidade. Resolvi mudar e disputar pela primeira vez no salto em altura com recorde é bom demais”.

 Entre os inúmeros campeões que se destacaram no segundo dia do atletismo, o nome de Pietra Cani Linzmeier, 14 anos, de Timbó, merece deferência. Como caloura da Olesc conseguiu a medalha de ouro no salto em altura com 1m55. “Fiquei bem feliz com essa medalha. Não imaginava ser campeã logo no primeiro ano”, concluiu. O atletismo termina nesta terça-feira (3) com a realização de 15 provas. A Olesc é uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte com apoio da prefeitura de Caçador.

 

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Antonio Prado

 

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Acrobacias e música na abertura em Caçador

Caçador - Os clássicos do rock interpretados pela banda caçadorense Velho Cão, antes de começar a festa para os atletas, foi apenas o aperitivo do que viria no cerimonial de abertura da etapa estadual da 13ª edição dos Jogos da Juventude Catarinense, a Olesc. A festa da abertura da competição, em Caçador, ocorrida na noite deste sábado (31), teve de tudo um pouco: ginásio do Sesi lotado, com mais de duas mil pessoas, desfile de delegações, acendimento da pira olímpica, juramento do atleta e show acrobático de enterradas na cesta do basquete executado pelo grupo Ginasloucos, de Dourados, Mato Grosso do Sul.

Na Tribuna de honra, diversas autoridades exaltaram a realização da Olesc. O presidente da Fesporte, Erivaldo Caetano Junior, o Vadinho, lembrou ainda que a prática do esporte reduz em 90% os problemas sociais. O prefeito de Caçador, Gilberto Amaro Comazzetto, elogiou sua equipe de trabalho e a parceria entre a prefeitura e a Fesporte na promoção do evento. E colocou Caçador como candidata a realizar os Joguinhos Abertos de Santa Catarina em 2014.

Um dos pontos emocionantes foi o minuto de silêncio em homenagem ao professor Leandro Rosa, falecido na última quarta-feira, 28 de agosto, que ajudou na organização da Olesc. Depois, o presidente da Fesporte chamou as autoridades para juntos abrirem oficialmente a 13ª edição da Olesc.

Antes, porém, assistiram à entrada do fogo simbólico, conduzida pelos atletas caçadorenses Felipe Holube, do vôlei, representando a região Oeste; Thaís de Oliveira Lemos, futsal (Sul); Amanda Scolaro, tênis de mesa (Centro-Oeste); e Tainan Benaqui, do futsal, que representou os atletas da região Leste-Norte catarinense. E por fim, Fabiana de Matos, do atletismo de Caçador, acendeu a pira olímpica com direito a show pirotécnico pelo ginásio.

No último ato da noite, os rapazes do grupo Ginasloucos deram um show de enterradas com números acrobáticos de basquete, para o delírio dos atletas e do público presente ao ginásio. Neste domingo (1º ), começam as disputas por medalhas. A Olesc ocorrerá até sábado, dia 7, com competições no atletismo, basquete, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, caratê, natação, tênis, tênis de mesa, vôlei e xadrez. O evento envolve 3.400 atletas de 88 municípios e é uma promoção do Governo de Santa Catarina por meio da Fesporte com apoio da prefeitura de Caçador.

 

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Antonio Prado

 

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Incentivo familiar é a tônica da Olesc

Blumenau - Incentivo familiar é essencial em qualquer ocasião. Competições como os Jogos da Juventude Catarinense, a Olesc, que começaram nesta sexta-feira com as disputas da natação e da ginástica artística em Blumenau, o apoio se torna um combustível ainda mais importante. E sobram exemplos desse suporte caseiro nas arquibancadas.

Valéria Dutra é tia do ginasta Robert Willian, 10 anos, que compete por Itajaí. Inquieta, logo foi notada tentando a todo instante registrar o aquecimento do sobrinho nas argolas, um dos exercícios da ginástica masculina. De longe, tentava se aproximar, mesmo com a reclamação da organização, para guardar o melhor registro de uma estréia. “É a primeira vez que consigo vir assistir o Robert competir, estou muito feliz, quero fazer muitas fotos”, disse Valéria, que trabalha justamente como fotógrafa nos brinquedos radicais do Parque Beto Carrero World, em Penha. “Consegui uma folga e não podia perder a chance, é difícil ele ter uma competição em uma cidade perto”, contou.

Para a tia coruja, incentivar o amor ao esporte é um dos papéis da família, e competições como a Olesc são muito importantes para isso, pois recebem crianças que, em muitos casos, estão tendo o primeiro contato com o mundo do esporte. Não é o caso de Robert, que teve o primeiro encontro com a ginástica aos 4 anos de idade.

A família de Valéria e Robert trabalha quase toda no Parque Beto Carrero. No início, viajavam o Brasil no circo do artista, muitos em apresentações artísticas. “Quando o Beto Carrero morreu, acabamos todos vindo trabalhar e morar no parque”, disse Valéria. Robert já trabalhava, interpretava o próprio Beto Carrero quando criança nas apresentações no parque. Mas o amor pela ginástica já dividia espaço. Ele estudava, fazia as apresentações e ainda ia treinar em Itajaí. Rotina puxada. E quando pedimos que escolhesse, ele preferiu deixar as apresentações para se dedicar apenas à ginástica”, lembrou a tia.

Geralmente, Robert viaja para as competições apenas na companhia do treinador, por causa das longas distâncias e dos compromissos familiares no Beto Carrero. Dessa vez, o incentivo e as muitas fotos, mesmo que de longe, tornaram esta Olesc especial a esta família ligada intimamente com o esporte.

A Olesc teve a largada nesta sexta-feira pela manhã com as provas da natação e da ginástica artística, que foram antecipadas pela Fesporte e transferidas para o Complexo Esportivo do Sesi, em Blumenau. As competições terminam no sábado. Oficialmente, a 13ª edição dos Jogos da Juventude Catarinense começa neste sábado, às 19h, com o cerimonial de abertura no ginásio do Sesi, em Caçador. As provas das demais 12 modalidades prosseguem até o dia 7 de setembro.

Mais informações:

 

Rodrigo Braga

Ass. Comunicação Fesporte

48 8802-7742 / 47 8822-7643

 

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Sua excelência, o integrador esportivo

Chapecó - Sabe aquele elemento essencial para que tudo funcione bem em determinada função? Quando falamos da estrutura que envolve todo o esporte amador de Santa Catarina, essa peça que não pode faltar é o integrador esportivo.

São eles que organizam as competições na base, ou seja, nas cidades. E não é apenas uma cidade, são várias. Os integradores se espalham pelo Estado usando como base as Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDR). São 36, cada um deles responsável por, em média, 10 municípios e todas as competições que elas estão envolvidas.

Gladimir Dutra da Cunha é um dos 36 integradores em ação pelo Estado. Responsável pela região da SDR de Concórdia, cuida no dia a dia de cerca de 2 mil jovens atletas de 7 municípios. Há 10 anos na função, ele destaca o retorno da população para o trabalho que é feito. “Temos uma responsabilidade de orientar, passar informações, auxiliar no que for preciso os pequenos municípios, principalmente. E eles devolvem todo esse esforço com muita gratidão, é muito legal”, conta Gladimir.

Ivete Tirelli é integradora na área da SDR de Palmitos, que engloba oito municípios. Ela lembra que, para equipes de cidades pequenas, chegar à fase regional de uma competição, como a que está ocorrendo em Chapecó, já é motivo para muita alegria. “As pequenas cidades valorizam demais esses eventos, são as Olimpíadas deles. Por isso, não podemos permitir que esse envolvimento acabe jamais”, reforça.

A correria para fazer tudo funcionar perfeitamente também é a rotina diária de Lenuir Oliveira, integrador da região de Xanxerê. São 14 municípios com eventos programados praticamente durante o ano todo. Mas é nessa época que o trabalho, que já é corrido, vira uma verdadeira maratona. “Hoje estou aqui cuidando apenas do pessoal do vôlei, em etapas regionais como essa em Chapecó o trabalho fica bem mais tranquilo, tem mais gente para dar suporte. Mas também estou com a cabeça nos Jesc, no Moleque (Bom de Bola), nas microrregionais dos Jasc. Preciso controlar tudo, não dá para esquecer nenhum detalhe”, explica.

Apesar da correria e das dificuldades do dia a dia, Lenuir, Gladimir e todos os demais integradores são enfáticos ao definir o que move essa função, tão determinante para o esporte catarinense: a satisfação de ver uma equipe se desenvolvendo, os jovens se tornando atletas, tirando lições para toda a vida. “Uma vitória deles nas quadras, nas pistas, nas piscinas, também é uma vitória nossa. Nos sentimos um pouco pai e mãe de cada um deles”, diz Lenuir Oliveira.

Engrenagem fundamental

 

Para o diretor de Esporte da Fesporte, Marcelo Kowalski, o sucesso e o nível de participação nos eventos catarinenses não seria possível sem a figura do integrador na base. “Tenho eles como a ponta da lança da Fesporte, aqueles que nos representam em cada cantinho e fazem a engrenagem toda girar. A Fesporte só consegue chegar a tantos municípios graças aos integradores”, destaca.

 

Osvaldo Junklaus é um dos responsáveis pela organização dos eventos de alto rendimento da Fesporte, e começou a trabalhar na entidade em 1991, justamente como integrador. Mais uma razão para ele destacar a importância da função como essencial para o sucesso do esporte amador catarinense, um modelo que outros estados tentam copiar. “Sem eles, os integradores, com certeza não chegaríamos às fases principais dos eventos com tanta participação. São eles os fomentadores na base, aqueles que aproximam a estrutura da Fesporte de cada um dos pequenos municípios catarinenses”, reitera Junklaus, que acrescenta: “O modelo de sucesso que temos hoje em Santa Catarina é mérito deles, que batem de porta em porta arrebanhando atletas e incentivando a prática esportiva. Sem eles, não seria possível termos as fases microrregionais dos torneios, o que mudaria drasticamente o cenário que temos hoje”.

Informações adicionais:

 

Rodrigo Braga

(48) 8802-7742

 

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Sua excelência, o integrador esportivo

Sabe aquele elemento essencial para que tudo funcione bem em determinada função? Quando falamos da estrutura que envolve todo o esporte amador de Santa Catarina, essa peça que não pode faltar é o integrador esportivo.

São eles que organizam as competições na base, ou seja, nas cidades. E não é apenas uma cidade, são várias. Os integradores se espalham pelo Estado usando como base as Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDR). São 36, cada um deles responsável por, em média, 10 municípios e todas as competições que elas estão envolvidas.

Gladimir Dutra da Cunha é um dos 36 integradores em ação pelo Estado. Responsável pela região da SDR de Concórdia, cuida no dia a dia de cerca de 2 mil jovens atletas de 7 municípios. Há 10 anos na função, ele destaca o retorno da população para o trabalho que é feito. “Temos uma responsabilidade de orientar, passar informações, auxiliar no que for preciso os pequenos municípios, principalmente. E eles devolvem todo esse esforço com muita gratidão, é muito legal”, conta Gladimir.

Ivete Tirelli é integradora na área da SDR de Palmitos, que engloba oito municípios. Ela lembra que, para equipes de cidades pequenas, chegar à fase regional de uma competição, como a que está ocorrendo em Chapecó, já é motivo para muita alegria. “As pequenas cidades valorizam demais esses eventos, são as Olimpíadas deles. Por isso, não podemos permitir que esse envolvimento acabe jamais”, reforça.

A correria para fazer tudo funcionar perfeitamente também é a rotina diária de Lenuir Oliveira, integrador da região de Xanxerê. São 14 municípios com eventos programados praticamente durante o ano todo. Mas é nessa época que o trabalho, que já é corrido, vira uma verdadeira maratona. “Hoje estou aqui cuidando apenas do pessoal do vôlei, em etapas regionais como essa em Chapecó o trabalho fica bem mais tranquilo, tem mais gente para dar suporte. Mas também estou com a cabeça nos Jesc, no Moleque (Bom de Bola), nas microrregionais dos Jasc. Preciso controlar tudo, não dá para esquecer nenhum detalhe”, explica.

Apesar da correria e das dificuldades do dia a dia, Lenuir, Gladimir e todos os demais integradores são enfáticos ao definir o que move essa função, tão determinante para o esporte catarinense: a satisfação de ver uma equipe se desenvolvendo, os jovens se tornando atletas, tirando lições para toda a vida. “Uma vitória deles nas quadras, nas pistas, nas piscinas, também é uma vitória nossa. Nos sentimos um pouco pai e mãe de cada um deles”, diz Lenuir Oliveira.

Engrenagem fundamental

Para o diretor de Esporte da Fesporte, Marcelo Kowalski, o sucesso e o nível de participação nos eventos catarinenses não seria possível sem a figura do integrador na base. “Tenho eles como a ponta da lança da Fesporte, aqueles que nos representam em cada cantinho e fazem a engrenagem toda girar. A Fesporte só consegue chegar a tantos municípios graças aos integradores”, destaca.

Osvaldo Junklaus é um dos responsáveis pela organização dos eventos de alto rendimento da Fesporte, e começou a trabalhar na entidade em 1991, justamente como integrador. Mais uma razão para ele destacar a importância da função como essencial para o sucesso do esporte amador catarinense, um modelo que outros estados tentam copiar. “Sem eles, os integradores, com certeza não chegaríamos às fases principais dos eventos com tanta participação. São eles os fomentadores na base, aqueles que aproximam a estrutura da Fesporte de cada um dos pequenos municípios catarinenses”, reitera Junklaus, que acrescenta: “O modelo de sucesso que temos hoje em Santa Catarina é mérito deles, que batem de porta em porta arrebanhando atletas e incentivando a prática esportiva. Sem eles, não seria possível termos as fases microrregionais dos torneios, o que mudaria drasticamente o cenário que temos hoje”.

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